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segunda-feira, 26 de abril de 2021

Paris é referência em urbanismo sustentável

06:09:00

Um dos principais pilares que sustenta o ideal de smart city é a criação de cidades planejadas a partir do urbanismo sustentável. A cidade de Paris, sediadora do compromisso mundial ‘Acordo de Paris’ que busca reduzir a emissão de gases de efeito estufa, está desenvolvendo projetos urbanos que buscam atingir os objetivos ambientais a longo prazo: arranha-céus que integram diversas técnicas de produção de energia e incentivos para que a população adote padrões de vida ecológicos, ao mesmo tempo respeitando a história arquitetônica da cidade, são parte das novas políticas de desenvolvendo de uma Paris inteligente e sustentável.

Dentro desse contexto, um dos nomes de mais destaque é o do arquiteto Vicent Callebaut. Nascido na Bélgica, mas residente de Paris, Callebaut é conhecido por seus projetos ecológicos que ultrapassam a arquitetura convencional, ao mesmo tempo que buscam desenvolver um futuro sustentável para as cidades. Seus projetos combinam regras bioclimáticas, como o ciclo solar e direções do vento predominantes, além de tecnologias com energia renovável que utilizam turbinas eólicas, energia solar térmica e fotovoltaica, reciclagem de água de chuva, energia geotérmica, biomassa e atualização de material de origem biológica.

Preocupado com a crescente densidade populacional de Paris, a empresa francesa do arquiteto, Vicent Callebaut Architectures, desenvolveu um projeto com vários arranha-céus com produção de energia positiva. O plano é composto por oito estruturas de multiuso localizadas em diferentes pontos da cidade com o objetivo de resolver os principais problemas acerca da poluição que afeta cada distrito, ao mesmo tempo que fornecendo funções essenciais para a vida urbana.

O sistema de torres foi criado com o intento de se encaixar nas estruturas já existentes na cidade: as novas estruturas são construídas em cima das antigas, sendo que os dutos e chaminés são utilizados para sua sustentação. Ademais, o aquecimento e resfriamento, oxigenação e retenção de água de chuva são utilizados para criar unidades autossustentáveis.

Durante a Conferência do Clima das Nações Unidas de 2015, Vicent Callebaut planejou o famoso projeto Paris Smart City 2050, que tem como finalidade transformar Paris em uma cidade verde inteligente, reduzindo 75% do efeito estufa e emissões de gases até 2050. Um de seus últimos projetos, ganhador do Prêmio Europeu 2017 de Arquitetura Philippe Rotthier, consiste em uma aldeia autossuficiente e não poluente em que quase toda sua construção está localizada abaixo da superfície do mar- as estruturas submarinas foram construídas por impressoras 3D utilizando lixo plástico e seriam localizadas na orla do Rio de Janeiro.

Se em 2050 80% da população mundial irá viver em metrópoles, nunca foi tão necessário desenvolver construções sustentáveis que atuem contra as mudanças climáticas. Não é uma tendência, é uma inevitabilidade: é preciso se inspirar nos projetos arquitetônicos da smart city parisiense para um futuro mais inteligente.

Fonte: Estadão | Abril 2021


sexta-feira, 16 de abril de 2021

O mercado imobiliário poderá ter um crescimento de 5% a 10% em 2021.

10:54:00
Um estudo da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC) projeta, para o mercado imobiliário em 2021, um crescimento entre 5% e 10% ante 2020. A estimativa também considera um crescimento em torno de 3,5% para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro neste ano, o avanço de reformas como a administrativa e a tributária, e a manutenção das taxas de juros do financiamento imobiliário em patamares baixos. 
Fonte: Freepik
 
Para o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Sergipe (CRECI-SE), Sérgio Sobral, o que poderia, no entanto, frustrar essa projeção é os preços dos insumos e o risco de desabastecimento de produtos.

Segundo Sérgio Sobral, “isso faz com que o setor ainda tenha receio em novos lançamentos, principalmente depois da suspensão do Programa Casa Verde e Amarela”. O mercado é muito sensível às ações do governo e “Toda ação adotada, gera um efeito. Se por um lado temos que ter otimismo, por outro, precisamos de cautela”, concluiu.

O superaquecimento dos custos afeta também as margens de rentabilidade das empresas como no caso de unidades do Casa Verde e Amarela já vendidas. Isso acontece porque no mercado de baixa renda não há correção das parcelas dos clientes pelo INCC, pois o cliente é encaminhado para o financiamento bancário logo após fechar o contrato com a construtora.

Fora do Casa Verde e Amarela, a solução das empresas tem sido repassar os ajustes para o preço final dos imóveis. Aí, sim, os contratos são corrigidos pelo INCC, o que ajuda a preservar as margens. Por outro lado, há uma preocupação do empresariado de que o reajuste expressivo onere excessivamente os mutuários e acabe por gerar incapacidade de pagamento.

Fonte: CRECI-SE | Abril 2021

terça-feira, 13 de abril de 2021

CONHEÇA A CASA IMPRESSA EM 3D QUE É A PRIMEIRA NO MUNDO A RECEBER MORADORES

04:40:00
Os objetos impressos em 3D estão cada vez mais comuns e mais acessíveis. Então, por que não imprimir moradias? Essa ideia já é real e, inclusive, uma casa impressa em 3D na França é a primeira a receber moradores. Vamos conhecer um pouco mais sobre essa casa?

  • CASA IMPRESSA EM 3D
A casa fica em Nantes e possui 95 metros quadrados e quatro quartos. A casa foi projetada por arquitetos e pesquisadores e programada em uma impressora 3D. As camadas de parede foram impressas a partir do chão. Essas paredes são compostas por camadas de poliuretano preenchidas com cimento, o que as torna espessas, isoladas e com alta durabilidade. 


Um detalhe é que ela foi construída entre árvores antigas da propriedade. O design da casa também e diferenciado: as paredes são curvas, o que promove a melhor circulação de ar e, assim, reduz os efeitos provenientes de umidade. Ainda, há controles digitais para pessoas com deficiência.

O projeto é do município local com a Universidade de Nantes. Ele é como um experimento antes de iniciar a impressão em massa de casas com menor custo e de forma mais rápida. Isso porque a revolução da impressão 3D também acelera o processo de construção.
 


A casa em Nantes foi impressa em 54 horas. A demora na construção foi proveniente do acabamento, que envolveu a instalação de telhado, janelas, portas e outros itens e levou cerca de 4 meses. Agora, os construtores acreditam que podem imprimir a mesma casa em apenas 33 horas.

  • CUSTO E FUTURO DAS CONSTRUÇÕES IMPRESSAS EM 3D
O custo da construção foi de, aproximadamente, €200.000 (cerca de R$850 mil). Ele representa uma redução de 20% no custo de construções tradicionais em alvenaria. Com a redução dos custos da tecnologia, a expectativa é de que o custo seja redução para 25% nos próximos 5 anos e que, dentro de 10 ou 15 anos, chegue a uma redução de 40%. 

Atualmente, o idealizador do projeto sonha em criar um bairro da mesma forma. Ele também trabalha em um projeto de impressão de casas 3D no Norte de Paris e em um edifício comercial de 700 metros quadrados. Ele tem inclinação para projetos de habitação social e, quando idealizava o projeto da casa em Nantes, queria criar uma casa de habitação social e com arquitetura moderna.

A primeira família francesa a habitar essa casa em Nantes é a primeira no mundo a morar em uma casa impressa em 3D. Com a impressão 3D, acredita-se que os arquitetos poderão ser mais criativos e terão mais liberdade na hora de projetar as formas das casas que serão construídas. Como não há geração de resíduos considerável, a casa impressa em 3D também é considerada mais sustentável.

Fonte: Blog da Arquitetura | Abril 2021
Referências: BBC; Génie-inc; Intellivoire; Le Moniteur.

terça-feira, 23 de março de 2021

Faltarão 11,9 milhões de casas para brasileiros

11:20:00
O chamado déficit habitacional, conta feita para mostrar quantas moradias faltam no Brasil, continua alto. Entre 2020 e 2030, serão necessários 11,9 milhões de casas para cobrir a demanda das famílias brasileiras. Os dados são de um estudo inédito da Ecconit Consultoria Econômica encomendado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). o cálculo é que até 2019, o déficit habitacional estava em 7,9 milhões de residências. Porém, a formação de novas famílias e as mudanças socioeconômicas tendem a aumentar a demanda. 
Fonte: Freepik

Os dados mostram que há muito espaço para a expansão do setor, um dos maiores empregadores tanto diretamente quanto nas cadeias produtivas. O que falta para o destravamento desse potencial, é a melhora do ambiente de negócios brasileiros, demanda comum a tantos setores. Com as reformas, o Brasil poderia endereçar preocupações a setores essenciais, e não apenas para bancar a máquina pública, avalia a associação que representa as incorporadoras.

Segundo Luiz França, presidente da Abrainc, a reforma administrativa, que visa diminuir os gastos do governo com ele próprio é importantíssima para abrir espaços a investimentos no país.
“A reforma administrativa é fundamental porque se começa a ter equilíbrio na conta dos governos, tendo superávit. Quanto mais sobrar em despesas administrativas, há capacidade de reinvestimento e parte disso poderia ir para projetos prioritários”.

O setor argumenta que a construção civil deveria ser um desses pela forma que movimenta a economia. No ano passado, por exemplo, a construção foi responsável por 112 mil novos empregos com carteira assinada do saldo de 210 mil no ano.
“Esse investimento em setores prioritários volta em empregos e tributos para o governo, além disso, moradias adequadas ajudam na qualidade de vida de futuras gerações”.

A maior parte da demanda habitacional para os próximos anos está entre as famílias que recebem entre 1 a 3 salários mínimos. Elas devem demandar 5,2 milhões de residências, representando 44,4% do total. A necessidade dessas pessoas ocorro, além da formação de famílias, por condições inapropriadas de moradias, como má estrutura para habitação familiar ou ônus excessivo com aluguel, isto é, pagar mais do que pode em uma moradia alugada.

Tal público é o grande alvo de programas habitacionais do governo, como o Casa Verde e Amarela (ex- Minha Casa, Minha Vida), que utiliza subsídios do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço para a construção de residências. “O que hoje determina o ritmo de construção é a capacidade que o FGTS tem para prover o subsídio para as pessoas. Há capacidade, tecnologia, número de empresas e condições que nos daria a capacidade de construir mais, mas temos esse limitante porque não há como pagar mais”.

O uso do FGTS nos programas habitacionais mostra que o acesso a casa própria está muito vinculado com o ritmo do mercado de trabalho. O Fundo de Garantia é um benefício constitucional garantido a trabalhadores com carteira assinada. Mensalmente, a empresa deposita 8% do valor do salário em uma conta vinculada. Os cotistas têm direito de utilizar seu saldo na compra da casa própria, seja como entrada ou para amortizar as parcelas. Já parte do saldo total do fundo é voltado como estímulo à construção civil. Essa modelagem do programa faz com que, mesmo com crises como a do novo coronavírus, não haja diminuição da demanda no segmento. O mercado formal, em 2020, criou vagas.
“Mesmo com perda de renda e desemprego, ainda há um volume enorme de pessoas empregadas. Por causa deste fenômeno nós verificamos que não houve nenhuma redução da demanda de baixa renda”.

Porém, pensando na sustentabilidade da demanda, esse é mais um ponto em que as reformas que melhorem o ambiente de negócios do país também são importantes, porque podem estimular o mercado de trabalho, e consequentemente a construção civil.

O déficit habitacional entre as faixas intermediárias, entre 3 e 10 salários mínimos de renda domiciliar, responderia por quase 1/3 da demanda total, restando pouco menos de 6% para a faixa superior, acima de 10 salários mínimos. No caso dessas faixas, a principal influência é a formação de novas famílias e a mobilidade social. França afirma que, na pandemia, muito disso foi visto.
“Muita gente começou a achar o espaço que mora inadequado. Pessoas querendo espaço maior, áreas mais inteligentes ou terraços e varandas. Isso só foi visto porque a pandemia fez com que muita gente passasse mais tempo em casa. Isso movimenta o mercado e traz demanda de novos empreendimentos.”

Fonte: Abrainc / Março 2021

terça-feira, 16 de março de 2021

A vida além do carro

04:42:00
Em 22 de setembro, foi celebrado o Dia Mundial Sem Carro. Criada em 1997, na França, a data tem o objetivo de incentivar a reflexão sobre o uso excessivo do automóvel e propõe àqueles que se deslocam diariamente usando carros que repensem esse hábito ou, em muitos casos, essa dependência.

Mobilidade sem carro, aliás, é o tema do momento. Políticas urbanas, pesquisas e seminários vêm sendo realizados por especialistas de diferentes áreas (arquitetos, urbanistas, engenheiros, administradores e especialistas em meio ambiente) em torno do assunto. Apesar disso, basta lembrar que o século 20 foi a era dos automóveis para constatar que o legado da cultura do carro ainda é bastante visível na maior parte das metrópoles mundiais.

Correndo atrás do prejuízo
Com o trânsito, a poluição e mesmo o sedentarismo chegando a níveis inaceitáveis em muitos lugares, o modelo de desenvolvimento baseado no carro vem sendo altamente criticado e desencorajado. A boa notícia é o aumento dos investimentos em soluções que favoreçam a andabilidade (cidades mais caminháveis), o uso da bicicleta e do transporte coletivo. Conheça projetos e alternativas de mobilidade que apontam para um futuro mais sustentável e menos engarrafado.

Sobre o mar  
Copenhague apostou na construção da ponte Cykelslangen (Serpente de Bicicleta, em tradução livre) para se tornar ainda mais amigável aos ciclistas. Inaugurada em 2014, a estrutura tem 230 metros de extensão e parece serpentear sobre o mar. O projeto do DISSING+WEITLING architecture se tornou exemplo de sustentabilidade. 

Construída em Copenhague, na Dinamarca, a ponte para ciclistas Cykelslangen serpenteia o mar e se tornou exemplo de sustentabilidade. Crédito: Rasmus Hjortshoj/Dissing+Weitling architecture

Legado olímpico
O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) começou a ser testado no Rio de Janeiro em junho deste ano, a poucos meses do início dos Jogos Olímpicos. Silencioso e não poluente, o VLT é movido à eletricidade e acomoda até 420 passageiros, que podem viajar bem acomodados e são beneficiados pelo ar-condicionado. Ao contrário dos antigos bondes que percorriam as ruas do Rio entre os séculos 19 e 20, o VLT não possui fiação aérea, a energia é captada por um trilho posicionado entre a superfície e o rolamento. Foi pensado também para proporcionar um passeio agradável pelo centro da cidade. As janelas envidraçadas permitem aos passageiros admirar as belezas da paisagem.

Um dos legados do Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o VLT é um meio de transporte não poluente e oferece aos passageiros conforto e uma bela vista da cidade. Crédito: divulgação/Prefeitura do Rio de Janeiro | Agência Brasil

Túnel motorizado
Outro exemplo de transporte rápido e eficiente que ganhou os holofotes é o ônibus-túnel (ou Ônibus Elevado de Passagem) que está em teste na cidade chinesa de Qinhuangdao. Cada veículo tem capacidade para transportar até 300 pessoas. Em comboio, esse número pode chegar a 1.200. Embora a quantidade de passageiros impressione, o que mais chama atenção no imenso ônibus é seu design, inspirado em um túnel, o que faz com que fique suspenso possa se deslocar sobre os automóveis. Além de não ficar preso nos engarrafamentos, o ônibus-túnel não contribui para aumentá-los.
Em fase de teste na China, o ônibus-túnel tem capacidade para transportar até 1.200 passageiros e consegue trafegar sobre os carros. Crédito: Luo Xiaoguang-Xinhua

Ciclista paulistano em foco
As ciclofaixas e ciclovias já fazem parte do cotidiano dos paulistanos há algum tempo. Mas tiveram uma expansão significativa nos últimos anos. Em junho de 2016, já somavam 414,5 quilômetros, extensão seis vezes maior que há dois anos. Com o aumento das vias especiais para ciclistas, cresceu também a quantidade de bicicletas nas ruas de São Paulo. Segundo uma pesquisa do Ibope, o número de usuários de bike aumentou em torno de 70% em 2014. Até 2030, o Plano Municipal de Mobilidade Urbana prevê a criação de mais 1.300 quilômetros de ciclovias na cidade. E não são apenas as ruas que estão se adaptando: para obter o alvará da prefeitura, projetos de construção ou de reforma de edifícios têm que incluir um bicicletário de fácil acesso e estrutura adequada à nova realidade da maior cidade do país. 

Nos últimos anos, as ciclovias tiveram uma expansão significativa em São Paulo, fazendo com que o número de ciclistas na cidade aumentasse 70% em 2014. Crédito: Fábio Arantes/Secom

Projeto ambicioso
No início de 2014, o escritório britânico Foster + Partners divulgou um plano para construir uma rede de ciclovias elevadas sobre as linhas de trem de Londres. Caso seja construída, a SkyCycle terá 220 quilômetros de vias especiais para bicicletas, acompanhando as linhas de trem da região. Com mais de 200 pontos de entrada, a via terá rotas com capacidade para mais de 12 mil ciclistas por hora e ajudará a desafogar o trânsito nas ruas e o excesso de usuários na rede de transporte público da capital do Reino Unido. O entusiasmo do Foster + Partners pela vida sobre duas rodas é tamanho que o escritório criou uma equipe de ciclismo, formada por profissionais da empresa, e investiu em infraestrutura para guardar as cerca de 200 bicicletas dos funcionários que chegam ao trabalho pedalando. 
Ambicioso, o projeto do escritório de arquitetura Foster + Partners, prevê a instalação de 220 quilômetros de vias para bicicletas para desafogar o trânsito de Londres. Crédito: Fosters + Partners

Fonte: Blog Huma / Março 2021

Sobre a

IMMOBILE Arquitetura

Ela foi idealizada em 2008 pelo arquiteto e urbanista Expedito Junior, com o objetivo de criar e implementar projetos de alta performance e profundidade técnica, executados para atingir os melhores índices de rentabilidade de acordo com a individualidade de cada empreendimento e negócio. Constituída por uma equipe de profissionais que possuem diferentes visões de mercado, procuramos manter um relacionamento estreito com os investidores, construtores e principalmente possibilitando a maior eficiência e agilidade nos processos de criação, regularização e entrega.




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