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segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Taxa Referencial deixa de ser zero!

11:02:00
A TR, que é a Taxa Referencial, índice utilizado para algumas funções na nossa economia como por exemplo para corrigir o saldo devedor de muitos contratos de financiamento imobiliário deixou de ser zero conforme informou o banco central no Comunicado nº 37.933, de 17 de novembro de 2021, e isso tem um impacto direto em muitos contratos de financiamento inclusive naqueles que estão em andamento. 



A TR, para quem não sabe, é uma taxa de juros de referência que foi criada nos anos 90, na época do governo Collor, uma época que o Brasil sofreu muito com a hiperinflação. Essa taxa referencial foi criada dentro de um conjunto de medidas econômicas e, em meio a diversas outras funções, deveria servir de referência para as demais taxas de juros e ajudar a controlar a inflação, além de calcular o rendimento de determinadas aplicações financeiras como títulos públicos e a poupança.

Após muitas mudanças na nossa política econômica, a TR acabou deixando de ser usada para controlar a inflação, dando lugar à Selic.

Atualmente, a taxa Selic desempenha o papel de sinalizador da taxa de juros e um dos instrumentos de combate à inflação, porém mesmo assim a TR ainda é usada como parte da indexação de ativos, como por exemplo o FGTS, poupança e títulos de capitalização.

Deste modo, com todas essas alterações ao longo dos anos, a TR sofreu algumas mudanças na sua maneira de ser calculada e com isso acabou ficando muito baixa ou até zerada, conforme estávamos vendo recentemente (a TR estava zerada desde 2017). Agora, de acordo com o comunicado 37.933 do Banco Central, a TR voltou a ter um valor e isso tem um impacto direto no mercado imobiliário, pois ela deixando de ser zero, vai atualizar as contas vinculadas do FGTS, cadernetas de poupança e os contratos de financiamento imobiliários que possuem a TR como indexador para atualização do saldo devedor.

Se você já comprou um imóvel financiado com correção do saldo devedor pela TR, ele pode aumentar a partir de agora.

O valor a princípio é baixo, sim, mas ele pode subir se as taxas de juros subirem demais e consequentemente a TR. Especialmente se a Selic passar de 2 dígitos, aí veremos um aumento mais perceptível na TR. Importante ressaltar que, mesmo o valor sendo baixo percentualmente falando, ele pode ter algum impacto no seu orçamento dependendo do valor do seu financiamento.

Importante, ainda, ressaltar dois aspectos pra quem tem financiamento em andamento que são:
  • Saldo residual (embora existam instrumentos que protegem o tomador do crédito limitando o valor do residual);
  •  Nos casos de quem tem financiamento bancário em fase de obra, ocorrerá a atualização monetária.

E se por acaso você ainda não comprou um imóvel, mas pretende comprar, é sempre interessante comparar todas as modalidades disponíveis e fazer as contas corretamente especialmente agora que a Taxa Referencial deixa de ser zero!

Muita gente acha que para comprar um imóvel financiado basta assinar os papeis e depois ir pagando mensalmente, mas eu sempre recomendo que tenham muita atenção, pois um contrato de dívida tão longa precisa desse cuidado e PRINCIPALMENTE orientação. Quando você tem informação correta, você faz um bom negócio. Não deixe NUNCA de consultar um BOM CORRETOR DE IMÓVEIS e um BOM CORRESPONDENTE BANCÁRIO para lhe auxiliar nesse processo.
 
Fonte: Portal VGV | Novembro 2021

quinta-feira, 18 de novembro de 2021

Mercado imobiliário prevê alta de mais de R$ 11 bilhões em vendas no Brasil neste ano

06:23:00

Valor Geral de Vendas (VGV) deve encerrar o ano em R$ 99 bilhões, crescimento de 12% em comparação com 2020, segundo estimativa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi)


O mercado imobiliário sente cada vez mais a recuperação do setor e, em 2021, a projeção é de um crescimento de mais de 12% no Brasil em relação ao ano passado. De acordo com estimativa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), o Valor Geral de Vendas (VGV) deve encerrar este ano em cerca de R$ 99 bilhões no país.


Em 2020, o valor vendido ficou em aproximadamente R$ 88 bilhões. À CNN, Cláudio Hermolin, presidente da Ademi-Rio, afirma que esse é um dos melhores indicadores do mercado já que mostra a quantidade de receita que pode ser gerada com os empreendimentos residenciais. Segundo ele, o avanço foi possível por conta de três principais fatores.
“Apesar do recente aumento na taxa Selic, o crédito imobiliário segue baixo, historicamente falando. Além disso, mesmo na pandemia, 85% dos canteiros de obra ficaram em atividade no país. E, por fim, com a Covid-19, houve uma requalificação do morar. Vivemos uma crise sanitária, que exigiu que as pessoas ficassem em casa, fazendo com que o lar e, portanto, o mercado imobiliário, tivesse uma relevância maior”, explica o engenheiro.

Ainda segundo a Ademi, a cidade do Rio deve representar cerca de 5% do VGV de todo o país. Dessa forma, a capital fluminense espera alcançar R$5 bilhões este ano em vendas de unidades residenciais, frente aos R$3,8 bi de 2020.
“Comparado com 2020, o aumento no Rio será de mais de 30%. Apesar do avanço, não vamos chegar ainda ao patamar de glória, que ocorreu entre 2010 e 2013. Para se ter uma ideia, nesse período, o Rio conseguiu um valor de vendas de R$ 10 bilhões anuais”, explica o engenheiro.

Hermolin destaca que São Paulo pode alcançar o recorde histórico e terminar o ano com um crescimento seis vezes maior do que o Rio.
“A capital paulista pode chegar a um VGV de R$30 bilhões. O mercado imobiliário do Brasil, na verdade, sempre esteve mais concentrado em São Paulo, por conta da economia e do PIB. Na década de 80, por exemplo, o VGV de São Paulo chegou a ser em torno de oito vezes maior do que o da capital fluminense”, afirma o presidente da Ademi-Rio.

Na última divulgação da Sondagem Indústria da Construção, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), os dados também foram positivos. Em 2021, o setor da construção deverá registrar o maior crescimento nos últimos 10 anos. Isso porque a expectativa é de um crescimento de 5% no PIB (Produto Interno Bruto) do setor.

Além disso, o nível de atividade médio da construção atingiu 50,4 pontos no terceiro trimestre desde ano, o melhor índice para o período desde 2010.

Pelo quinto trimestre consecutivo, o principal problema do setor é o alto custo dos insumos e matéria-prima, ou a falta deles, de acordo com 54,2% dos empresários. Entretanto, nos últimos dois trimestres, a reclamação do setor por falta item registrou uma desaceleração gradativa, passando de 77,5 pontos para 75.

Fonte: CNN Brasil | Novembro 2021

sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Governador anuncia projeto de revitalização na Coroa do Meio, em Aracaju

10:46:00
Com investimentos estimados em R$ 30 milhões, a obra será um presente para Aracaju, fortalecendo ainda mais o turismo no estado 


Na manhã desta quinta-feira (28), o governador Belivaldo Chagas, fez uma visita ao gabinete da prefeita em exercício de Aracaju, Katarina Feitoza, na sede da prefeitura da capital. Na ocasião, Belivaldo anunciou ideia de um projeto do Governo de Sergipe destinado à revitalização da região da Coroa do Meio, implantando uma avenida margeando o rio Sergipe, com calçamento e ciclovia, desde os bares da Orlinha até a região do shopping Riomar. O projeto deverá ser apresentado, posteriormente, ao prefeito Edvaldo Nogueira.

Com investimentos estimados em R$ 30 milhões, a obra será um presente para Aracaju, fortalecendo ainda mais o turismo no estado. “Com o avanço das obras na Orla Sul, poderemos ter, no futuro, um verdadeiro corredor turístico no litoral aracajuano, desde o Viral até a Coroa do Meio, valorizando nosso cartão-postal mais visitado que é a Orla de Atalaia, gerando cada vez mais emprego e renda para a população”, destacou o governador.

Belivaldo também aproveitou a visita para saudar Katarina Feitoza. “É uma grande mulher, cidadã, amiga e profissional, com serviços prestados para a Segurança Pública de Sergipe, como delegada, e em vários outros cargos de gestão na Polícia Civil. Hoje, faz um grande trabalho na prefeitura de Aracaju, ao lado do prefeito Edvaldo Nogueira”, afirmou.

Agradecida pela visita, Katarina Feitoza considerou a reunião como um gesto que demonstra o comprometimento do Governo de Sergipe com as questões relativas à Aracaju. “Estou lisonjeada com essa visita. Podemos respirar a retomada do turismo, e essa união entre o Estado e o município, tomando atitudes acertadas e combinadas, nos ajudou muito. Tivemos muitas perdas com a Covid-19, não queríamos isso. Mas tiramos uma lição; a união entre estado e município funciona para melhor servir à população”, finalizou.

Fonte: Cinforme

sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Mercado imobiliário: o que voltou ao normal e o que esperar para 2022?

11:26:00

No início de 2020, o mercado imobiliário vivia um cenário que tinha tudo para marcar o início de uma era promissora.

A época refletia a retomada do crescimento econômico, queda nas taxas de juros e inflação sob controle, com efeitos diretamente positivos sobre a construção civil. 


No entanto, com a chegada e expansão do coronavírus pelo Brasil, muitos setores da economia tiveram suas atividades paralisadas. Alguns, inclusive, até hoje não se recuperaram totalmente dos prejuízos econômicos causados pela pandemia, como é o caso do turismo, por exemplo.

Na contramão dessas limitações, o mercado imobiliário tem se mostrado um dos poucos que está otimista para o próximo ano.

Nesse sentido, os sinais de recuperação já são percebidos desde o final do segundo trimestre do ano passado. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), 2020 registrou um crescimento de 57,5% nos valores financiados em comparação com o ano anterior.

Já os dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) revelaram um aumento de 27,1% das vendas de imóveis no primeiro trimestre de 2021 quando comparados ao mesmo período de 2020.

Entre os motivos que justificam esse aumento está o próprio caráter da pandemia. O isolamento social estabelecido para conter a propagação do vírus fez com que as pessoas fossem obrigadas a passar mais tempo em casa.

Inseridos nessa nova realidade, onde muitos passaram a trabalhar e estudar à distância, houve um aumento significativo por imóveis maiores, com espaço para acomodar as necessidades pessoais de cada um.

A Selic em baixa também contribuiu para estimular a concessão de crédito, visto que os juros do financiamento ficaram mais atrativos.
Sendo assim, a aquisição de imóveis continua tendo uma forte demanda por parte da população, de modo que o próximo ano promete um desempenho melhor do que o verificado em 2021.

Isto apesar da Selic em trajetória de alta e os altos custos do material de construção na atualidade. Dizem os especialistas, apesar destes dois pontos negativos, o mercado imobiliário seguirá forte até, pelo menos 2025.o promete um desempenho melhor do que o verificado em 2021.

Quais são as expectativas do mercado imobiliário para 2022?

A obrigação de permanecer mais tempo em casa durante os meses de distanciamento fez com que as pessoas sentissem uma necessidade maior de espaço.

Nesse contexto, a expectativa é de que as maiores demandas por imóveis sejam no sentido de buscar locais maiores, que ofereçam a possibilidade de investir em uma infraestrutura que atenda às necessidades de toda a família.

Além disso, especialistas acreditam que haverá uma procura maior por imóveis que ofereçam também uma boa área de lazer.

Essa é uma comodidade procurada principalmente por aqueles que buscam áreas privativas, espaços abertos e jardins, já que proporcionam mais áreas livres para quem precisa ficar em seu próprio lar.

Outro ponto que merece destaque é a digitalização e desburocratização de processos. Se antes a pessoa precisava se deslocar até uma imobiliária para começar o relacionamento de locação, com a pandemia esse conceito ganhou nova roupagem.

O distanciamento social permitiu que o público encontrasse o imóvel dos seus sonhos de outra maneira: online e completamente desburocratizado.

Então, o que antes exigia muitas visitas ao local, idas a cartórios e autorizações de fiadores, hoje pode ser resolvido sem precisar sair de casa.

Nesse sentido, a tendência é que se amplie a disponibilidade de mais opções de imóveis em sites próprios, tornando ainda mais relevante a necessidade de manter um portfólio digitalizado e de fácil acesso.

A assinatura de contratos digitais, que despontou na pandemia, também deve continuar a ser usada nas transações.

Dessa forma, é possível concluir que a digitalização do mercado imobiliário é um caminho sem volta. Ao fazer uso da tecnologia, várias etapas do segmento se desenvolveram, sobretudo nos processos finais de compra e venda, como na assinatura dos contratos imobiliários virtuais.

Fonte: Exame | Outubro 2021

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Deputado solicita estudo de viabilidade para construção de ponte

04:31:00
O deputado estadual Adailton Martins (PSD), apresentou a Indicação nº 269 aos parlamentares, que a aprovaram durante a Sessão Extraordinária Mista da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese). Nela, Adailton Martins solicita ao governador Belivaldo Chagas um estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental para a construção de uma nova ponte Aracaju/Barra dos Coqueiros.



“Estou solicitando ao Governo de Sergipe, um estudo de viabilidade para que seja construída essa ponte sobre o Rio Sergipe. Eu, o ex-prefeito, Airton Martins, e o atual prefeito da Barra dos Coqueiros, Alberto Macedo, estamos acompanhando o desenvolvimento local com vários empreendimentos chegando à cidade e percebemos a necessidade de uma segunda ponte, pois futuramente, o trânsito na Ponte Construtor João Alves ficará inviável, além de ser único acesso rodoviário Barra dos Coqueiros/Aracaju. Sabemos que é viável e que através de um estudo o Governo do Estado conseguirá recursos para que seja construída essa ponte”, destacou o parlamentar.

Na propositura, Adailton Martins lembrou que antes da construção da ponte que, atualmente liga Aracaju a Barra dos Coqueiros, construída pelo ex-governador João Alves Filho, era necessário pagar uma balsa que transportava um pouco mais de 50 veículos por vez para atravessar o Rio Sergipe.

“Com a inauguração da ponte foi encurtada a distância e diminuiu o tempo de deslocamento, influenciando decisivamente no desenvolvimento habitacional e econômico do município, a exemplo da chegada de vários empreendimentos como o surgimento de novas indústrias com incremento na economia local, permitiu que os moradores de um local passassem a residir no município da Barra dos Coqueiros, forçando surgimento de vários condomínios habitacionais”, reforçou.

No documento apresentado pelo deputado, novos empreendimentos estão sendo licenciados como consta em registro na Prefeitura da Barra dos Coqueiros, a exemplo da construção de um shopping, seis postos de combustíveis e mais de 60 novos condomínios horizontais e verticais.

“Só esse ano, temos mais de 400 liberações de obras na região da Barra dos Coqueiros. Isso significa que, futuramente, teremos engarrafamento nessa ponte e ficará intransitável, principalmente no horário de pico. Para ter ideia, só no Alphaville são quase três mil unidades. Isso sem falar em outros empreendimentos que teremos 300, 400 e até mil unidades”, reforçou a importância da segunda ponte no Rio Sergipe ligando Aracaju a Barra dos Coqueiros.

Fonte: Assessoria do Parlamentar

Sobre a

IMMOBILE Arquitetura

Ela foi idealizada em 2008 pelo arquiteto e urbanista Expedito Junior, com o objetivo de criar e implementar projetos de alta performance e profundidade técnica, executados para atingir os melhores índices de rentabilidade de acordo com a individualidade de cada empreendimento e negócio. Constituída por uma equipe de profissionais que possuem diferentes visões de mercado, procuramos manter um relacionamento estreito com os investidores, construtores e principalmente possibilitando a maior eficiência e agilidade nos processos de criação, regularização e entrega.




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