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quinta-feira, 18 de novembro de 2021

Mercado imobiliário prevê alta de mais de R$ 11 bilhões em vendas no Brasil neste ano

06:23:00

Valor Geral de Vendas (VGV) deve encerrar o ano em R$ 99 bilhões, crescimento de 12% em comparação com 2020, segundo estimativa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi)


O mercado imobiliário sente cada vez mais a recuperação do setor e, em 2021, a projeção é de um crescimento de mais de 12% no Brasil em relação ao ano passado. De acordo com estimativa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), o Valor Geral de Vendas (VGV) deve encerrar este ano em cerca de R$ 99 bilhões no país.


Em 2020, o valor vendido ficou em aproximadamente R$ 88 bilhões. À CNN, Cláudio Hermolin, presidente da Ademi-Rio, afirma que esse é um dos melhores indicadores do mercado já que mostra a quantidade de receita que pode ser gerada com os empreendimentos residenciais. Segundo ele, o avanço foi possível por conta de três principais fatores.
“Apesar do recente aumento na taxa Selic, o crédito imobiliário segue baixo, historicamente falando. Além disso, mesmo na pandemia, 85% dos canteiros de obra ficaram em atividade no país. E, por fim, com a Covid-19, houve uma requalificação do morar. Vivemos uma crise sanitária, que exigiu que as pessoas ficassem em casa, fazendo com que o lar e, portanto, o mercado imobiliário, tivesse uma relevância maior”, explica o engenheiro.

Ainda segundo a Ademi, a cidade do Rio deve representar cerca de 5% do VGV de todo o país. Dessa forma, a capital fluminense espera alcançar R$5 bilhões este ano em vendas de unidades residenciais, frente aos R$3,8 bi de 2020.
“Comparado com 2020, o aumento no Rio será de mais de 30%. Apesar do avanço, não vamos chegar ainda ao patamar de glória, que ocorreu entre 2010 e 2013. Para se ter uma ideia, nesse período, o Rio conseguiu um valor de vendas de R$ 10 bilhões anuais”, explica o engenheiro.

Hermolin destaca que São Paulo pode alcançar o recorde histórico e terminar o ano com um crescimento seis vezes maior do que o Rio.
“A capital paulista pode chegar a um VGV de R$30 bilhões. O mercado imobiliário do Brasil, na verdade, sempre esteve mais concentrado em São Paulo, por conta da economia e do PIB. Na década de 80, por exemplo, o VGV de São Paulo chegou a ser em torno de oito vezes maior do que o da capital fluminense”, afirma o presidente da Ademi-Rio.

Na última divulgação da Sondagem Indústria da Construção, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), os dados também foram positivos. Em 2021, o setor da construção deverá registrar o maior crescimento nos últimos 10 anos. Isso porque a expectativa é de um crescimento de 5% no PIB (Produto Interno Bruto) do setor.

Além disso, o nível de atividade médio da construção atingiu 50,4 pontos no terceiro trimestre desde ano, o melhor índice para o período desde 2010.

Pelo quinto trimestre consecutivo, o principal problema do setor é o alto custo dos insumos e matéria-prima, ou a falta deles, de acordo com 54,2% dos empresários. Entretanto, nos últimos dois trimestres, a reclamação do setor por falta item registrou uma desaceleração gradativa, passando de 77,5 pontos para 75.

Fonte: CNN Brasil | Novembro 2021

sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Governador anuncia projeto de revitalização na Coroa do Meio, em Aracaju

10:46:00
Com investimentos estimados em R$ 30 milhões, a obra será um presente para Aracaju, fortalecendo ainda mais o turismo no estado 


Na manhã desta quinta-feira (28), o governador Belivaldo Chagas, fez uma visita ao gabinete da prefeita em exercício de Aracaju, Katarina Feitoza, na sede da prefeitura da capital. Na ocasião, Belivaldo anunciou ideia de um projeto do Governo de Sergipe destinado à revitalização da região da Coroa do Meio, implantando uma avenida margeando o rio Sergipe, com calçamento e ciclovia, desde os bares da Orlinha até a região do shopping Riomar. O projeto deverá ser apresentado, posteriormente, ao prefeito Edvaldo Nogueira.

Com investimentos estimados em R$ 30 milhões, a obra será um presente para Aracaju, fortalecendo ainda mais o turismo no estado. “Com o avanço das obras na Orla Sul, poderemos ter, no futuro, um verdadeiro corredor turístico no litoral aracajuano, desde o Viral até a Coroa do Meio, valorizando nosso cartão-postal mais visitado que é a Orla de Atalaia, gerando cada vez mais emprego e renda para a população”, destacou o governador.

Belivaldo também aproveitou a visita para saudar Katarina Feitoza. “É uma grande mulher, cidadã, amiga e profissional, com serviços prestados para a Segurança Pública de Sergipe, como delegada, e em vários outros cargos de gestão na Polícia Civil. Hoje, faz um grande trabalho na prefeitura de Aracaju, ao lado do prefeito Edvaldo Nogueira”, afirmou.

Agradecida pela visita, Katarina Feitoza considerou a reunião como um gesto que demonstra o comprometimento do Governo de Sergipe com as questões relativas à Aracaju. “Estou lisonjeada com essa visita. Podemos respirar a retomada do turismo, e essa união entre o Estado e o município, tomando atitudes acertadas e combinadas, nos ajudou muito. Tivemos muitas perdas com a Covid-19, não queríamos isso. Mas tiramos uma lição; a união entre estado e município funciona para melhor servir à população”, finalizou.

Fonte: Cinforme

sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Mercado imobiliário: o que voltou ao normal e o que esperar para 2022?

11:26:00

No início de 2020, o mercado imobiliário vivia um cenário que tinha tudo para marcar o início de uma era promissora.

A época refletia a retomada do crescimento econômico, queda nas taxas de juros e inflação sob controle, com efeitos diretamente positivos sobre a construção civil. 


No entanto, com a chegada e expansão do coronavírus pelo Brasil, muitos setores da economia tiveram suas atividades paralisadas. Alguns, inclusive, até hoje não se recuperaram totalmente dos prejuízos econômicos causados pela pandemia, como é o caso do turismo, por exemplo.

Na contramão dessas limitações, o mercado imobiliário tem se mostrado um dos poucos que está otimista para o próximo ano.

Nesse sentido, os sinais de recuperação já são percebidos desde o final do segundo trimestre do ano passado. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), 2020 registrou um crescimento de 57,5% nos valores financiados em comparação com o ano anterior.

Já os dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) revelaram um aumento de 27,1% das vendas de imóveis no primeiro trimestre de 2021 quando comparados ao mesmo período de 2020.

Entre os motivos que justificam esse aumento está o próprio caráter da pandemia. O isolamento social estabelecido para conter a propagação do vírus fez com que as pessoas fossem obrigadas a passar mais tempo em casa.

Inseridos nessa nova realidade, onde muitos passaram a trabalhar e estudar à distância, houve um aumento significativo por imóveis maiores, com espaço para acomodar as necessidades pessoais de cada um.

A Selic em baixa também contribuiu para estimular a concessão de crédito, visto que os juros do financiamento ficaram mais atrativos.
Sendo assim, a aquisição de imóveis continua tendo uma forte demanda por parte da população, de modo que o próximo ano promete um desempenho melhor do que o verificado em 2021.

Isto apesar da Selic em trajetória de alta e os altos custos do material de construção na atualidade. Dizem os especialistas, apesar destes dois pontos negativos, o mercado imobiliário seguirá forte até, pelo menos 2025.o promete um desempenho melhor do que o verificado em 2021.

Quais são as expectativas do mercado imobiliário para 2022?

A obrigação de permanecer mais tempo em casa durante os meses de distanciamento fez com que as pessoas sentissem uma necessidade maior de espaço.

Nesse contexto, a expectativa é de que as maiores demandas por imóveis sejam no sentido de buscar locais maiores, que ofereçam a possibilidade de investir em uma infraestrutura que atenda às necessidades de toda a família.

Além disso, especialistas acreditam que haverá uma procura maior por imóveis que ofereçam também uma boa área de lazer.

Essa é uma comodidade procurada principalmente por aqueles que buscam áreas privativas, espaços abertos e jardins, já que proporcionam mais áreas livres para quem precisa ficar em seu próprio lar.

Outro ponto que merece destaque é a digitalização e desburocratização de processos. Se antes a pessoa precisava se deslocar até uma imobiliária para começar o relacionamento de locação, com a pandemia esse conceito ganhou nova roupagem.

O distanciamento social permitiu que o público encontrasse o imóvel dos seus sonhos de outra maneira: online e completamente desburocratizado.

Então, o que antes exigia muitas visitas ao local, idas a cartórios e autorizações de fiadores, hoje pode ser resolvido sem precisar sair de casa.

Nesse sentido, a tendência é que se amplie a disponibilidade de mais opções de imóveis em sites próprios, tornando ainda mais relevante a necessidade de manter um portfólio digitalizado e de fácil acesso.

A assinatura de contratos digitais, que despontou na pandemia, também deve continuar a ser usada nas transações.

Dessa forma, é possível concluir que a digitalização do mercado imobiliário é um caminho sem volta. Ao fazer uso da tecnologia, várias etapas do segmento se desenvolveram, sobretudo nos processos finais de compra e venda, como na assinatura dos contratos imobiliários virtuais.

Fonte: Exame | Outubro 2021

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Deputado solicita estudo de viabilidade para construção de ponte

04:31:00
O deputado estadual Adailton Martins (PSD), apresentou a Indicação nº 269 aos parlamentares, que a aprovaram durante a Sessão Extraordinária Mista da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese). Nela, Adailton Martins solicita ao governador Belivaldo Chagas um estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental para a construção de uma nova ponte Aracaju/Barra dos Coqueiros.



“Estou solicitando ao Governo de Sergipe, um estudo de viabilidade para que seja construída essa ponte sobre o Rio Sergipe. Eu, o ex-prefeito, Airton Martins, e o atual prefeito da Barra dos Coqueiros, Alberto Macedo, estamos acompanhando o desenvolvimento local com vários empreendimentos chegando à cidade e percebemos a necessidade de uma segunda ponte, pois futuramente, o trânsito na Ponte Construtor João Alves ficará inviável, além de ser único acesso rodoviário Barra dos Coqueiros/Aracaju. Sabemos que é viável e que através de um estudo o Governo do Estado conseguirá recursos para que seja construída essa ponte”, destacou o parlamentar.

Na propositura, Adailton Martins lembrou que antes da construção da ponte que, atualmente liga Aracaju a Barra dos Coqueiros, construída pelo ex-governador João Alves Filho, era necessário pagar uma balsa que transportava um pouco mais de 50 veículos por vez para atravessar o Rio Sergipe.

“Com a inauguração da ponte foi encurtada a distância e diminuiu o tempo de deslocamento, influenciando decisivamente no desenvolvimento habitacional e econômico do município, a exemplo da chegada de vários empreendimentos como o surgimento de novas indústrias com incremento na economia local, permitiu que os moradores de um local passassem a residir no município da Barra dos Coqueiros, forçando surgimento de vários condomínios habitacionais”, reforçou.

No documento apresentado pelo deputado, novos empreendimentos estão sendo licenciados como consta em registro na Prefeitura da Barra dos Coqueiros, a exemplo da construção de um shopping, seis postos de combustíveis e mais de 60 novos condomínios horizontais e verticais.

“Só esse ano, temos mais de 400 liberações de obras na região da Barra dos Coqueiros. Isso significa que, futuramente, teremos engarrafamento nessa ponte e ficará intransitável, principalmente no horário de pico. Para ter ideia, só no Alphaville são quase três mil unidades. Isso sem falar em outros empreendimentos que teremos 300, 400 e até mil unidades”, reforçou a importância da segunda ponte no Rio Sergipe ligando Aracaju a Barra dos Coqueiros.

Fonte: Assessoria do Parlamentar

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

Criação de startups voltadas para o mercado imobiliário

04:42:00
Os números do mercado imobiliário são de chorar. Somente no ano passado quase 650 construtoras e incorporadoras entraram em recuperação judicial. O crédito secou, e as linhas disponíveis custam caro. Muita gente que comprou casa ou apartamento na planta nos bons tempos decidiu devolver o imóvel às incorporadoras ou porque não vai conseguir pagar ou porque encontra opções mais baratas no mercado hoje, depois da queda dos preços.
 
 
Os otimistas de plantão costumam dizer que é na crise que surgem as oportunidades. Parece um blá-blá-blá sem nexo quando se olha um cenário tão desolador mas, no caso do mercado imobiliário, isso aconteceu mesmo. Enquanto as maiores empresas do setor lamentam, startups criadas nos últimos cinco anos estão ganhando dinheiro com negócios que surgiram, ou cresceram, justamente por causa da situação ruim do setor.

Um exemplo é o site de vendas Realton, em que são anunciados apenas os imóveis encalhados das incorporadoras (estima-se que existam em torno de 120.000 imóveis nessas condições). Quando os estoques começaram a aumentar, em 2012, o paulistano Rogério Santos, que trabalhava na área de marketing da incorporadora Tecnisa, decidiu criar o site. “Avaliamos os imóveis e o mercado e colocamos um desconto para conseguir vender”, diz. A Realton cobra uma comissão que varia de 4% a 8% do valor da venda. 

Em 2016, obteve um faturamento estimado em 20 milhões de reais. Outro profissional do mercado imobiliário que decidiu mudar por causa da crise no setor é Saulo Suassuna, herdeiro da incorporadora Suassuna Fernandes, fundada em 1977 em Recife. Em 2015, depois de fazer um curso sobre cidades inteligentes no Massachusetts Institute of Technology (MIT), ele criou um mecanismo que permite construir prédios cujos apartamentos são divididos em módulos independentes.

Assim, é possível comprar uma unidade menor e acrescentar módulos com o tempo ou diminuir o tamanho se o dinheiro encurtar. O primeiro prédio com esse sistema está sendo construído em Recife segundo Suassuna, 90% dos apartamentos foram vendidos. Ele patenteou a ideia e montou uma startup que licencia esse sistema de construção, a Molegolar. Hoje, tem parcerias com 31 incorporadoras, entre elas a Brookfield e a Rossi. “As pessoas estavam desistindo de comprar porque queriam um apartamento maior e não tinham dinheiro. Também existe a demanda de quem quer flexibilidade e pode precisar de um imóvel de tamanho diferente no futuro”, diz Suassuna.

Enquanto alguns empreendedores se planejaram para tentar ganhar dinheiro com a crise, outros estavam no lugar certo na hora certa. É o caso dos fundadores do site Quinto Andar, que reúne anúncios de aluguel de imóveis em oito cidades no estado de São Paulo. Todo o processo de locação é feito online: não é preciso ir ao cartório para fazer o registro do contrato, por exemplo.

A startup foi fundada em 2013, mas o maior crescimento aconteceu no ano passado, segundo os fundadores, André Penha e Gabriel Braga, que se conheceram num MBA na Universidade Stanford (eles não informam o faturamento). “Criamos a empresa para simplificar a locação, um serviço burocrático no Brasil. Mas o momento ajudou, porque, sem dinheiro, mais pessoas passaram a alugar em vez de comprar”, diz Braga.

Em 2015, a Quinto Andar recebeu a primeira rodada de investimentos, de 7 milhões de dólares, liderada pelo fundo argentino Kaszek Ventures. No fim do ano passado, recebeu mais 13 milhões de dólares de um consórcio. Recentemente, a empresa buscou parcerias com incorporadoras que decidiram alugar em vez de vender o que constroem. A primeira delas foi fechada com a Vitacon, de São Paulo.

De olho no sucesso alheio, outros empreendedores estão criando produtos e serviços voltados para o mercado imobiliário. A 3W, de Brasília, está desenvolvendo um software de realidade virtual para permitir que os interessados em comprar um imóvel novo possam “visitar” uma unidade decorada apenas colocando os óculos que projetam as imagens. Se a ideia pegar, as incorporadoras poderão montar pequenos estandes de vendas, mais baratos, em diferentes lugares, como shoppings.

A Urban 3D, de São Paulo, está testando uma tecnologia de construção de imóveis pré-fabricados com o uso de impressoras 3D. Para quem precisa de crédito, a Urbe.me, de Porto Alegre, levanta recursos para financiar parte da construção de imóveis por meio de crowdfunding: o dinheiro é captado de forma pulverizada com centenas de pequenos investidores, que podem aplicar a partir de 1 000 reais nos projetos.

O rendimento depende do lucro gerado pelo empreendimento — na primeira construção, um prédio residencial em Porto Alegre, o retorno foi de 21% ao ano, segundo os donos da Urbe.me. Nada mau para um mercado em crise.

Fonte: Exame | Outubro 2021

Sobre a

IMMOBILE Arquitetura

Ela foi idealizada em 2008 pelo arquiteto e urbanista Expedito Junior, com o objetivo de criar e implementar projetos de alta performance e profundidade técnica, executados para atingir os melhores índices de rentabilidade de acordo com a individualidade de cada empreendimento e negócio. Constituída por uma equipe de profissionais que possuem diferentes visões de mercado, procuramos manter um relacionamento estreito com os investidores, construtores e principalmente possibilitando a maior eficiência e agilidade nos processos de criação, regularização e entrega.




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