[Mercado imobiliário][carousel][5]

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Você se cuidou hoje?

13:27:00
Fonte: Freepik

Em momento de crise sempre queremos escutar as melhores soluções, especialmente aquelas que resolverão nossas aflições, que darão fim a nossas angústias ou nos darão esperança e alívio aos nossos pensamentos. Certo? Tudo bem, mas como enfrentar algo que não há precedentes e que aflige toda a humanidade. 

Essa resposta de 1 milhão de dólares ainda não foi dada, e acredito que nem será. No entanto, será que cada um não poderia ter respostas particulares e individuais primeiro? Será que não seria hora de lembrarmos das comissárias de bordo nas aeronaves nos pedindo que antes de ajudar a pessoa ao lado, precisamos colocar a nossa própria máscara de oxigênio. Alguns entenderão como uma atitude egoísta e individual, mas estamos em novos tempos, onde precisamos nos adaptar dia após dia, seja em nossas empresas, nos empregos, na família, em nossas casas e convivência. A pandemia nos trouxe uma nova era, ou será que o tempo das cavernas retornaram, onde estar seguro em uma caverna, no caso em nossas casas, era a melhor solução para sobrevivência, saindo apenas quando extremamente necessário. 

Seguindo a linha de raciocínio de Murlio Gun, a qual aceitei de forma direta, abandonamos a era dos excessos, devemos repensar todas as nossas relações, prioridades e até mesmo nossos sonhos. E um sonho recorrente para os brasileiros sempre foi a moradia, a “casa própria”. Tenho certeza de que a leitura desse trecho do texto, já fez imaginar como poderia ser sua moradia, aquilo que pode melhorar, independentemente de sua classe social, local onde mora, se é prédio ou casa, e mesmo se sua residência é alugada ou própria. Pois é, diante de todos os pensamentos e suposições quanto ao futuro, tenho a clara sensação que a procura por casas e áreas menos densas retornará com força, não pela oferta, mas pela demanda. As pessoas avaliarão os imóveis pela sua qualidade espacial, pelas suas relações internas e externas ao ambiente. 

Enfim, 15 anos atuando no mercado imobiliário, onde a máxima das viabilidades econômicas de “quanto mais melhor” é prioridade, vejo que esta será vencida. Não, não, será ajustada. Ajustada para quanto mais espaço melhor, para quanto mais vista, ar e conforto melhor. Lembrando que tal afirmativa está diretamente ligada ao mercado imobiliário, onde empreendimentos e soluções urbanas surgem em meio a orientação legal, definições por parte dos municípios e suas leis. A ocupação desordenada está mais além, requerendo maior análise, avaliações diretas ao atual tempo. No entanto, não será impossível os novos tempos também trazerem soluções mais integradoras e engajadas com políticas públicas sustentáveis. Bom, para o mercado imobiliário, se é para apostar, aposto nas casas e em empreendimentos com menor densidade. Só o tempo dirá. E na espera das respostas sigo me cuidando primeiro, para em seguida cuidar dos meus e ajudar ao próximo. 

Você já se cuidou hoje?

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Mercado imobiliário e possíveis transformações.

13:14:00
Imagem: Freepik

No entendimento do empresário, Peixoto Accyoli, presidente da franqueadora imobiliária, Remax Brasil, o mercado imobiliário passará por muitas mudanças após a pandemia de covid-19.

Se por um lado, o sistema de trabalho em  “home office”, adotado em várias atividades da economia durante a quarentena, já resulta no questionamento da necessidade de ocupação da quantidade atual de áreas de escritórios por empresas, por outro, o fato de muita gente estar trabalhando de casa tem apontado, segundo o executivo, que as moradias precisam oferecer mais infraestrutura e mais privacidade.

“O mercado imobiliário passará por uma transformação gigante, nunca vista. Hoje, me pergunto se faz sentido alugar 800 metros quadrados na rua Estados Unidos, região nobre dos Jardins, em São Paulo, para ter minha sede. Isso faz sentido, do ponto de vista do negócio, na nova sociedade?”, diz Accyoli.

O executivo questiona se, após a experiência coletiva de “home office”, a descentralização das atividades, em estruturas físicas menores, não seria a melhor opção para evitar que colaboradores levem entre uma hora e uma hora e meia para chegar ao trabalho. “O desejo de estar no burburinho pode ser menor”, diz.

Ele também conta que está revendo sua própria decisão de onde morar. Accyoli vivia com a esposa em um condomínio residencial na Aldeia da Serra, em Barueri. Cansada do trânsito, a família se mudou para local próximo à sede da rede de franquias. Agora, trabalhando de casa e vislumbrando a possibilidade de, após o fim da pandemia, a adotar o “home office” duas ou três vezes por semana, a qualidade de vida oferecida pela Aldeia da Serra se tornou bastante atrativa outra vez para o executivo.

“Mais gente vai considerar trabalhar de casa depois do período de isolamento”, afirma Accyoli.
Segundo ele, na definição da planta das unidades, será necessário considerar que um casal poderá trabalhar mais da metade do tempo em casa.

Em meio a essas reflexões, Accyoli vem adotando medidas que se fazem necessárias no novo cenário. “Orientamos que os franqueados analisem a necessidade de reprecificação dos imóveis. Se o proprietário tem urgência de vender o imóvel, vai precisar mexer no preço”, diz o presidente da empresa.

Na segunda quinzena de março e na primeira quinzena de abril, o ritmo de comercialização de unidades da rede de franquias se manteve conforme o planejado e com crescimento na comparação anual. “Boa parte dos imóveis já tinham sido visitados”, conta o executivo. Foi possível cumprir também a meta de aumento do número de franqueados. Em 16 de março, a rede de franquias fechou seu escritório e criou um comitê de crise. “Mudamos a forma de nos comunicar com o mercado”, diz. Os colaboradores optaram por redução de salários. Não houve demissões. Segundo Accyoli, a empresa tornou disponível para todos os franqueados a ferramenta Zoom PRO para conversarem com os clientes.

De acordo com o executivo, o período de janeiro a março foi o melhor trimestre em faturamento já registrado pela Remax. O Valor Geral de Vendas (VGV) comercializado cresceu 56%, para R$ 659,69 milhões. Considerando-se apenas as mesmas lojas, a expansão foi de 28%.
O número de franquias da empresa em operação teve crescimento de 64%, e o de agentes imobiliários e corretores em treinamento aumentou 86%, para 4.514 pessoas.

Fonte: Valor Econômico / Maio 2020.

terça-feira, 26 de maio de 2020

Construção Civil reforça importância do setor na recuperação do país

11:06:00

Fonte: Freepik

Os vice-presidentes da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) das áreas de Indústria Imobiliária, Celso Petrucci, e de Habitação de Interesse Social, Carlos Henrique de Oliveira Passos, participaram no dia 24 de abril do Seminário da Indústria da Construção Civil 2020, do jornal A Tribuna de Santos e Região. Via webinar, o debate foi sobre o cenário atual e a importância do setor da construção para a recuperação no pós-pandemia.

Segundo Celso Petrucci, a previsão inicial é de que o mercado imobiliário retome seu ritmo ainda em agosto, embora não na mesma velocidade demonstrada em janeiro e fevereiro deste ano, liderado por São Paulo.

A estimada de queda nas vendas, segundo pesquisa realizada pelo Bradesco e apresentada na semana passada durante live, está entre 21% e 23%, o que, segundo Petrucci, é inferior ao recuo de 45% registrado na crise de 2008. “Nosso produto vai sair fortalecido em relação a outros ativos financeiros”, afirmou.

Ambos descartaram o distrato como problema neste momento de pandemia, tanto em razão da Lei nº 13.786/2018, que disciplina a resolução do contrato por inadimplemento do adquirente de unidade imobiliária em incorporação imobiliária e em parcelamento de solo urbano, quanto dos investidores não terem retornos melhores. “Neste momento, a economia desfavorece o pedido de distrato”, diz Petrucci. “As pessoas estão mais em busca da necessidade do que de transformar a incorporadora em um banco”, reforçou Carlos Henrique.

Para potencializar a venda de imóveis novos durante a pandemia e gerar novos postos de trabalho na construção civil, o vice-presidente de Habitação de Interesse Social (HIS) mencionou a campanha Vem Morar, lançada na semana passada para estimular a compra de imóveis.

Articulada pela CBIC e pela Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias Abrainc, com duração inicial de 60 dias, a campanha conta com a parceria da Caixa Econômica Federal e contempla desde empreendimentos do Minha Casa Minha Vida (MCMV) até empreendimentos de alto padrão com benefício mínimo de 3 mil reais sobre o valor do imóvel.

Carlos Henrique destacou que o consumidor terá condição especial de seis meses (180 dias) para pagar a primeira parcela e as construtoras, como forma de capital de giro, a antecipação de até 10% do valor do contrato para as obras em andamento. “É uma medida que, além de trazer o benefício ao cliente, mantém a relação do construtor com o mercado”, menciona, citando que já há empresas que estão realizando vendas via plataforma digital.

Além disso, o vice-presidente de HIS ressaltou que a carência social por habitação e infraestrutura urbana – saneamento, logística – ficou ainda mais latente durante a pandemia, o que reforça a necessidade de oferecer soluções para movimentar a economia. “A CBIC enxerga a construção como principal ator de reativação da economia”, frisou.

Sobre paralisação, os vice-presidentes da CBIC destacaram que a percepção é de que não foi intensa na construção, apesar da paralisação total em Pernambuco, Ceará e Piauí. No entanto, a produtividade não é a mesma em razão do afastamento dos trabalhadores que têm mais de 60 anos ou pertencem ao grupo de risco. “Temos contado com apoio da CBIC, do Seconci e do Sesi no sentido de criar protocolos para as empresas do setor”, afirma Carlos Henrique.

Sobre as lições aprendidas e que devem ser aplicadas no pós-pandemia, os vice-presidentes citam o bom desempenho dos trabalhadores em home office, o que deve influenciar no mercado corporativo, onde as empresas terão instalações mais compactas.

Ao criticar os contínuos saques de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), como o proposto na Medida Provisória 946/2020, que prevê liberação de R$ 1.045,00 por trabalhador, Petrucci reforçou que o FGTS é mais importante do que a caderneta de poupança para o crédito imobiliário e que também financia o saneamento básico no país. “O que se construiu de 1966 até hoje no Brasil muito foi por conta dos recursos do FGTS e menos da SPBE”, alertou

Petrucci reforçou que no site, na área ‘CBIC Urgente – Combatendo o Covid-19 com informação’ estão disponíveis as iniciativas desenvolvidas pelo setor neste momento de pandemia.

Fonte: CBIC / Maio 2020

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Programa “Vem Morar” dará desconto mínimo de R$ 3 mil para imóveis.

06:16:00

As construtoras e incorporados iniciaram uma campanha, batizada de “Vem Morar”, em parceria com a Caixa Econômica Federal para estimular a compra de imóveis.

A operação inclui imóveis econômicos, assim como unidades do programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) e empreendimentos de alto padrão. Dessa forma, o projeto prevê a concessão de um desconto mínimo de R$ 3 mil sobre o valor do imóvel.

A Caixa irá oferecer um período de carência de seis meses para o início do pagamento do financiamento imobiliário. Da mesma forma, as construtoras e incorporadoras que integrarem o programa deverão disponibilizar o desconto mínimo, que poderá ser feito por meio de um desconto no valor do imóvel, na isenção de taxa ou no imposto.

Em primeiro momento, a iniciativa tem previsão de durar 60 dias e ainda poderá ser prorrogada no futuro. O objetivo não é somente preservar o emprego, mas também gerar novos postos de trabalho no setor de construção civil durante a crise causada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Para o comprador na comercialização de imóveis, a oferta de condições especiais foi articulada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e pela Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC).

Além disso, a Caixa autorizou as companhias a utilizar sua marca para atrair pessoas para o projeto. Construtoras e incorporadoras atenderão a uma série de requisitos e o agente financeiro prometeu concluir os pedidos no prazo de 24 horas. A campanha ocorrerá simultaneamente em todas as regiões do País.

Financiamento de imóveis cresce 42,7% em janeiro

Conforme dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), os financiamentos para a compra e construção de imóveis no Brasil cresceram 42,7% em janeiro ante o mesmo período de 2019, e somaram R$ 7,27 bilhões.

Quando comparado ao mês de dezembro, a concessão de financiamento para imóveis caiu 16,1% em janeiro. A associação informou ainda que o crédito imobiliário aumentou 37,9% nos últimos 12 meses até janeiro, chegando a R$ 80,9 bilhões.

O número de imóveis financiados no primeiro mês de 2020 chegou a 27,8 mil, com alta de 38,9% na comparação anual. Nos últimos 12 meses, os aportes foram destinados para 305,8 mil propriedades, com um avanço de 31,4%.

Fonte: Suno / Exame | Maio 2020

Sobre a

IMMOBILEArquitetura

Ela foi idealizada em 2008 pelo arquiteto e urbanista Expedito Junior, com o objetivo de criar e implementar projetos de alta performance e profundidade técnica, executados para atingir os melhores índices de rentabilidade de acordo com a individualidade de cada empreendimento e negócio. Constituída por uma equipe de profissionais que possuem diferentes visões de mercado, procuramos manter um relacionamento estreito com os investidores, construtores e principalmente possibilitando a maior eficiência e agilidade nos processos de criação, regularização e entrega.




Assine a nossa newsletter para receber as últimas notícias do blog diretamente em seu E-mail. Fique tranquilo, também não gostamos de SPAM

Você também pode gostar