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quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Deputado solicita estudo de viabilidade para construção de ponte

04:31:00
O deputado estadual Adailton Martins (PSD), apresentou a Indicação nº 269 aos parlamentares, que a aprovaram durante a Sessão Extraordinária Mista da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese). Nela, Adailton Martins solicita ao governador Belivaldo Chagas um estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental para a construção de uma nova ponte Aracaju/Barra dos Coqueiros.



“Estou solicitando ao Governo de Sergipe, um estudo de viabilidade para que seja construída essa ponte sobre o Rio Sergipe. Eu, o ex-prefeito, Airton Martins, e o atual prefeito da Barra dos Coqueiros, Alberto Macedo, estamos acompanhando o desenvolvimento local com vários empreendimentos chegando à cidade e percebemos a necessidade de uma segunda ponte, pois futuramente, o trânsito na Ponte Construtor João Alves ficará inviável, além de ser único acesso rodoviário Barra dos Coqueiros/Aracaju. Sabemos que é viável e que através de um estudo o Governo do Estado conseguirá recursos para que seja construída essa ponte”, destacou o parlamentar.

Na propositura, Adailton Martins lembrou que antes da construção da ponte que, atualmente liga Aracaju a Barra dos Coqueiros, construída pelo ex-governador João Alves Filho, era necessário pagar uma balsa que transportava um pouco mais de 50 veículos por vez para atravessar o Rio Sergipe.

“Com a inauguração da ponte foi encurtada a distância e diminuiu o tempo de deslocamento, influenciando decisivamente no desenvolvimento habitacional e econômico do município, a exemplo da chegada de vários empreendimentos como o surgimento de novas indústrias com incremento na economia local, permitiu que os moradores de um local passassem a residir no município da Barra dos Coqueiros, forçando surgimento de vários condomínios habitacionais”, reforçou.

No documento apresentado pelo deputado, novos empreendimentos estão sendo licenciados como consta em registro na Prefeitura da Barra dos Coqueiros, a exemplo da construção de um shopping, seis postos de combustíveis e mais de 60 novos condomínios horizontais e verticais.

“Só esse ano, temos mais de 400 liberações de obras na região da Barra dos Coqueiros. Isso significa que, futuramente, teremos engarrafamento nessa ponte e ficará intransitável, principalmente no horário de pico. Para ter ideia, só no Alphaville são quase três mil unidades. Isso sem falar em outros empreendimentos que teremos 300, 400 e até mil unidades”, reforçou a importância da segunda ponte no Rio Sergipe ligando Aracaju a Barra dos Coqueiros.

Fonte: Assessoria do Parlamentar

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

Criação de startups voltadas para o mercado imobiliário

04:42:00
Os números do mercado imobiliário são de chorar. Somente no ano passado quase 650 construtoras e incorporadoras entraram em recuperação judicial. O crédito secou, e as linhas disponíveis custam caro. Muita gente que comprou casa ou apartamento na planta nos bons tempos decidiu devolver o imóvel às incorporadoras ou porque não vai conseguir pagar ou porque encontra opções mais baratas no mercado hoje, depois da queda dos preços.
 
 
Os otimistas de plantão costumam dizer que é na crise que surgem as oportunidades. Parece um blá-blá-blá sem nexo quando se olha um cenário tão desolador mas, no caso do mercado imobiliário, isso aconteceu mesmo. Enquanto as maiores empresas do setor lamentam, startups criadas nos últimos cinco anos estão ganhando dinheiro com negócios que surgiram, ou cresceram, justamente por causa da situação ruim do setor.

Um exemplo é o site de vendas Realton, em que são anunciados apenas os imóveis encalhados das incorporadoras (estima-se que existam em torno de 120.000 imóveis nessas condições). Quando os estoques começaram a aumentar, em 2012, o paulistano Rogério Santos, que trabalhava na área de marketing da incorporadora Tecnisa, decidiu criar o site. “Avaliamos os imóveis e o mercado e colocamos um desconto para conseguir vender”, diz. A Realton cobra uma comissão que varia de 4% a 8% do valor da venda. 

Em 2016, obteve um faturamento estimado em 20 milhões de reais. Outro profissional do mercado imobiliário que decidiu mudar por causa da crise no setor é Saulo Suassuna, herdeiro da incorporadora Suassuna Fernandes, fundada em 1977 em Recife. Em 2015, depois de fazer um curso sobre cidades inteligentes no Massachusetts Institute of Technology (MIT), ele criou um mecanismo que permite construir prédios cujos apartamentos são divididos em módulos independentes.

Assim, é possível comprar uma unidade menor e acrescentar módulos com o tempo ou diminuir o tamanho se o dinheiro encurtar. O primeiro prédio com esse sistema está sendo construído em Recife segundo Suassuna, 90% dos apartamentos foram vendidos. Ele patenteou a ideia e montou uma startup que licencia esse sistema de construção, a Molegolar. Hoje, tem parcerias com 31 incorporadoras, entre elas a Brookfield e a Rossi. “As pessoas estavam desistindo de comprar porque queriam um apartamento maior e não tinham dinheiro. Também existe a demanda de quem quer flexibilidade e pode precisar de um imóvel de tamanho diferente no futuro”, diz Suassuna.

Enquanto alguns empreendedores se planejaram para tentar ganhar dinheiro com a crise, outros estavam no lugar certo na hora certa. É o caso dos fundadores do site Quinto Andar, que reúne anúncios de aluguel de imóveis em oito cidades no estado de São Paulo. Todo o processo de locação é feito online: não é preciso ir ao cartório para fazer o registro do contrato, por exemplo.

A startup foi fundada em 2013, mas o maior crescimento aconteceu no ano passado, segundo os fundadores, André Penha e Gabriel Braga, que se conheceram num MBA na Universidade Stanford (eles não informam o faturamento). “Criamos a empresa para simplificar a locação, um serviço burocrático no Brasil. Mas o momento ajudou, porque, sem dinheiro, mais pessoas passaram a alugar em vez de comprar”, diz Braga.

Em 2015, a Quinto Andar recebeu a primeira rodada de investimentos, de 7 milhões de dólares, liderada pelo fundo argentino Kaszek Ventures. No fim do ano passado, recebeu mais 13 milhões de dólares de um consórcio. Recentemente, a empresa buscou parcerias com incorporadoras que decidiram alugar em vez de vender o que constroem. A primeira delas foi fechada com a Vitacon, de São Paulo.

De olho no sucesso alheio, outros empreendedores estão criando produtos e serviços voltados para o mercado imobiliário. A 3W, de Brasília, está desenvolvendo um software de realidade virtual para permitir que os interessados em comprar um imóvel novo possam “visitar” uma unidade decorada apenas colocando os óculos que projetam as imagens. Se a ideia pegar, as incorporadoras poderão montar pequenos estandes de vendas, mais baratos, em diferentes lugares, como shoppings.

A Urban 3D, de São Paulo, está testando uma tecnologia de construção de imóveis pré-fabricados com o uso de impressoras 3D. Para quem precisa de crédito, a Urbe.me, de Porto Alegre, levanta recursos para financiar parte da construção de imóveis por meio de crowdfunding: o dinheiro é captado de forma pulverizada com centenas de pequenos investidores, que podem aplicar a partir de 1 000 reais nos projetos.

O rendimento depende do lucro gerado pelo empreendimento — na primeira construção, um prédio residencial em Porto Alegre, o retorno foi de 21% ao ano, segundo os donos da Urbe.me. Nada mau para um mercado em crise.

Fonte: Exame | Outubro 2021

quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Menos fiação, mais automação: como é a casa do futuro para os brasileiros

07:30:00

Quem passou a infância vendo “Os Jetsons” certamente cresceu imaginando um futuro no qual as casas seriam administradas por robôs e tarefas cotidianas não exatamente prazerosas, como lavar louças e roupas, deixariam de existir.

Passados quase 60 anos do lançamento da sitcom de desenho animado, nossas moradias, de maneira geral, continuam bem parecidas com as de nossos antepassados mais recentes. Mas os anseios por residências totalmente automatizadas e mais práticas continuam.

É o que revela uma pesquisa realizada pela Hibou, empresa especializada em monitorar hábitos de consumo e o mercado atual. Batizado de Casa do Futuro, o levantamento aponta as expectativas da população brasileira a respeito dos imóveis em que ela estará vivendo daqui dez anos foram ouvidas 2.398 pessoas em julho deste ano.

  • Casa tecnológica

Para 2031, 89,2% dos entrevistados esperam poder conectar e carregar seus aparelhos eletroeletrônicos sem avistar fios pela casa, o que equivale a torcer pelo desenvolvimento da indução eletromagnética e de sistemas wifi. Pisos antiderrapante, para diminuir os riscos de queda, são esperados para o mesmo ano por 75,1% dos participantes da pesquisa.

A automação de luzes e cortinas é ansiada por 45,2% dos consultados, enquanto 24,8% preveem um assistente de voz que ajude a controlar o imóvel e realizar tarefas do cotidiano. Quantos esperam ver tomadas para carros elétricos daqui a dez anos? Cerca de 22%.

“A pesquisa aponta mudanças de comportamento e consumo bem interessantes”, observa Ligia Mello, responsável pela pesquisa e sócia da Hibou. “Vale ressaltar que a simplicidade, o conforto e a segurança do lar estão em alta entre os brasileiros. A casa do futuro reúne a comodidade de um imóvel aconchegante e sustentável e as tendências tecnológicas que, em breve, farão parte da maioria dos lares do Brasil”.

O apreço pelos painéis que captam a energia solar e o fascínio pela automação residencial servem de exemplo.

  • Mais espaço para diversão

O percentual de pessoas que querem ter mais espaço para crianças e pets brincarem é alto: 81,3%. De modo geral, todo mundo parece estar em busca de uma casa mais prática, o que se explica facilmente em razão dos meses de isolamento social.

A maioria das respostas também revela o anseio por soluções que facilitem a limpeza e propiciem maior comodidade para receber amigos e familiares.

A maioria dos participantes do levantamento clama por maior circulação de ar e desde já, por iluminação natural, cômodo próprio para o home office e espaços para guardar itens pouco utilizados no dia a dia.

Não são poucos, também, aqueles que adorariam ter uma área perto da porta de entrada para higienizar sacolas, bolsas e sapatos vindos da rua. É mais um reflexo da pandemia, que nos obrigou a conviver com nossas residências de maneira intensa e inédita.

“Ficar em casa no período da pandemia fez o brasileiro ter descobertas importantes”, afirma Ligia, citando a propagação de barulho para a vizinhança, que causa cada vez mais conflitos com quase todo mundo em regime de home office.

Isolamento acústico mais eficiente e melhor conforto térmico são outras características que os participantes do levantamento esperam para suas casas do futuro, além de paredes que sujam menos ou que são mais fáceis de limpar.

A pesquisa também registrou os desejos para daqui cinco anos e traçou o perfil dos entrevistados. Do total, 56,3% declararam morar em residências próprias e 23%, em casas alugadas. Pouco mais de 40% disseram não ter planos de adquirir um imóvel e 9,3% pretendem fazer este investimento nos próximos doze meses. O futuro dirá.


Fonte: Exame | Setembro 2021

sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Reforma do IR permite atualização do valor de imóvel

06:49:00
Aprovado na quinta-feira (02/09) pela Câmara dos Deputados, o projeto que altera regras do Imposto de Renda (PL 2337/21) permite a atualização do valor dos imóveis comprados pelas pessoas físicas até 31 de dezembro de 2020 e declarados anualmente. 



Hoje, os imóveis são mantidos pelo valor original, e o cidadão precisa pagar entre 15% e 22,5% de imposto sobre o ganho de capital obtido com a diferença entre o valor de aquisição e o valor de venda.

Essa atualização está vinculada ao pagamento antecipado de um imposto de ganho de capital de 4%. O prazo para adesão e pagamento do imposto será de 1º de janeiro a 29 de abril de 2022.

Entretanto, sobre o valor tributável não haverá a aplicação de fatores de redução, como ocorre pela legislação atual. Esses fatores reduzem o valor do imposto a pagar conforme o tempo decorrido entre a compra e a venda.

Após essa atualização, que não está vinculada a qualquer obrigação de venda, o imóvel passará a ter um novo valor de aquisição; e os impostos normais incidirão sobre a diferença entre esse valor e o valor de venda futura.

Quanto aos imóveis rurais, a regra se aplica apenas à terra nua.

  • Bens no exterior
O texto aprovado permite a mesma sistemática de antecipação de imposto de renda menor para aqueles residentes no País que tenham bens no exterior e estejam declarados na declaração de ajuste relativa ao ano-calendário de 2020.
A alíquota será de 6% e incidirá sobre bens e direitos atualizados mantidos no exterior, como depósitos bancários, investimentos, apólices de seguro, fundos de aposentadoria, bens integralizados em empresas estrangeiras, bens imóveis, veículos, aeronaves e embarcações.
O valor atualizado deverá ser informado pela instituição financeira (depósitos, investimentos, etc.), pelo balanço da empresa ou por entidade especializada (veículos, embarcações, etc.).
Ficarão de fora joias, pedras e metais preciosos, obras de arte, antiguidades de valor histórico ou arqueológico, animais de estimação ou esportivos e material genético de reprodução animal.

  • Fundos de renda fixa
Sobre a tributação de investimentos em renda fixa, o texto aprovado mantém a alíquota regressiva de 22,5% a 15% ou 20% (curto prazo), enquanto a redação original do projeto propunha a unificação em 15%.
 
Fonte: IG | Setembro 2021

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Lançamento Park Barra

07:00:00

No desenvolvimento de cada projeto surgem novas demandas, expectativas e inúmeras possibilidades. O trabalho da Immobile Arquitetura consiste em pensar em todo o contexto da demanda até o produto final, e assim apresentar os melhores resultados para nossos clientes. 
 
Além de projetos, fazemos negócios. Buscamos compreender as particularidades que envolvem cada um deles, traçamos nossos objetivos, pensamos na viabilidade econômica, nas premissas legais e no conceito que será o Norte e diferencial do projeto, seja qual for a escala: da residência unifamiliar até o bairro planejado, consideramos a estratégia da empresa/ produto.


Perspectiva ilustrada. Fonte: Construtora JotaNunes

Para o Park Barra, um dos nossos mais recentes projetos, lançado pela Construtora JotaNunes, o ponto de partida foi entregar um produto que oferecesse experiência de resort para seus moradores, dialogando bem com a localização do empreendimento, que será edificado em uma área em franca expansão na Barra dos Coqueiros, próximo a praia e que tem atraído diversos empreendimentos por conta do seu potencial imobiliário. 


Buscamos juntamente com a equipe da JotaNunes idealizar um empreendimento onde todas as suas unidades fossem inseridas em meio ao verde, ao lazer, ao convívio dentro do próprio condomínio. A proposta foi incorporar conceitos de hotelaria nesse residencial.

O Park Barra conta em seu projeto com três tipos de plantas, com dois dormitórios, com ou sem suíte e até duas vagas de garagem, além disso, o morador poderá escolher dentre duas opções: um amplo jardim privativo no térreo ou varanda. Cada residência poderá ter uma área total de 51,28m² ou 69,62m². 
 

Assim, o residencial Park Barra Mais Viver trará para a região um novo estilo de moradia, voltado para o lazer de forma acessível, com as facilidades de ser um produto do programa Casa Verde e Amarela e com o projeto Immobile Arquitetura.

Sobre a

IMMOBILE Arquitetura

Ela foi idealizada em 2008 pelo arquiteto e urbanista Expedito Junior, com o objetivo de criar e implementar projetos de alta performance e profundidade técnica, executados para atingir os melhores índices de rentabilidade de acordo com a individualidade de cada empreendimento e negócio. Constituída por uma equipe de profissionais que possuem diferentes visões de mercado, procuramos manter um relacionamento estreito com os investidores, construtores e principalmente possibilitando a maior eficiência e agilidade nos processos de criação, regularização e entrega.




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