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terça-feira, 3 de março de 2020

Concorrência entre bancos facilita a compra da casa própria

11:18:00


Foto: Freepik

Juros baixos, inflação sob controle e retomada da credibilidade na economia animam as movimentações no mercado imobiliário. Com a taxa Selic em torno de 4,5% ao ano, com previsão de recuo em fevereiro, bancos entram na disputa e apelam para uma oferta de crédito imobiliário competitiva. Os cinco maiores bancos brasileiros Caixa Econômica, Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander disponibilizam diferentes linhas, que além da redução de juros apresentam estímulos adicionais, como a ampliação do valor do limite de crédito imobiliário.

A Caixa Econômica Federal, por exemplo, oferece dois tipos de contratos para imóveis que se enquadram no Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que não incluem o Minha Casa, Minha Vida (MCMV). O primeiro, com taxas a partir de 6,75% mais Taxa Referencial (TR). O segundo, mais novo, tem juros de 2,95% a 4,95%, mais a variação da inflação do período de vigência.

A Caixa lançou uma nova linha de crédito imobiliário com taxa pré-fixada. O produto faz parte do movimento iniciado pelo banco em agosto de 2019 para diversificar o crédito imobiliário e reduzir o custo para os tomadores, com o lançamento do empréstimo corrigido pelo índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usado na meta oficial de inflação. Em dezembro, o banco cortou os juros do financiamento atrelado à TR e, na semana passada, estendeu a linha indexada ao IPCA às construtoras.


Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), as medidas são positivas para a movimentação do setor. “Quem tem a renda muito comprometida vai preferir o crédito corrigido pelo IPCA, que tem prestação menor. Quem está tranquilo pode optar pelo juro fixo, sem soluço futuro”, afirmou Martins ao jornal Valor Econômico, ressaltando que cada tipo de financiamento se destina a um público específico. Para o executivo, a nova linha é “sensacional e um grande avanço para o setor”.

 Segundo Martins, o financiamento imobiliário atrelado à inflação, que já corresponde a um terço do crédito imobiliário, oferece um potencial risco ao consumidor, e pondera que com a taxa fixada o risco é de quem financia o bem. Ele lembrou que a fonte de financiamento da linha é o próprio caixa do banco, que disponibilizou somente R$ 10 bilhões para essas operações, enquanto o crédito disponível através da poupança chega a R$ 100 bilhões, e via Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a R$ 60 bilhões. “É o início de uma entrada (de recursos) quase ilimitada de recursos para crédito imobiliário, o que é muito bom para o setor. Os outros bancos vão ter que correr atrás dessas condições de financiamento”, afirmou ao jornal O Globo.

Fonte: CBIC / Fevereiro 2020

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Queda na taxa de juros: a hora certa de comprar o seu imóvel

12:17:00
Boa notícia para quem sonha em conquistar o imóvel próprio: este pode ser o momento para alcançar o objetivo. Com a queda da Selic que é a taxa básica de juros da economia brasileira, as taxas de empréstimos e financiamentos imobiliários oferecidas pelos bancos também reduzem e tornam o início de 2020 propício para os compradores.
“Nesse cenário, o poder de compra das pessoas aumenta, porque elas acabam pagando menos juros durante o tempo de parcelamento do imóvel e desembolsando um valor menor na sua entrada”, explica Leticia Bençal, coordenadora de crédito da Construtora Prestes.
De acordo com Leticia, além da redução das taxas de juros para financiar a compra, tem sido mais fácil conseguir a aprovação da linha de crédito imobiliário. “A conjuntura está mais favorável: o desemprego está diminuindo e as taxas de juros dos bancos estão mais competitivas no mercado. Quando as pessoas estão empregadas, pagando suas contas em dia, a análise de crédito é aprovada mais rapidamente. Há seis meses a situação estava mais difícil. Hoje, o cliente está conseguindo comprar com maior facilidade, já que os bancos estão aprovando as condições que o comprador precisa”, afirma.

  • E como funciona o financiamento imobiliário?
Ao comprar um imóvel, seja ele novo ou usado, o comprador pode financiar seu pagamento. Para isso, ele negocia o crédito imobiliário com um banco, que paga o valor integral do empreendimento para o vendedor. O dinheiro retorna à instituição em parcelas, no prazo combinado e com os juros acertados com o cliente. Cada banco possui suas taxas e condições de parcelamento, que devem ser levadas em consideração na hora de fechar o negócio. É preciso pesquisar qual deles oferece as melhores oportunidades para o bolso do comprador. 

  • Mas vale mesmo a pena financiar?
Comprar um imóvel é um grande investimento e pode exigir comprometimento a longo prazo: ao financiar o empreendimento, o comprador precisa pagar as parcelas da compra ao longo dos anos negociados em contrato. Então, é natural que algumas pessoas questionem se é, de fato, vantajoso assumir esse compromisso. Pois, para a coordenadora de crédito Leticia Bençal, não há dúvidas: o recurso é a melhor opção para quem não pode pagar um imóvel à vista.

“Muitas vezes, a parcela do financiamento é igual ou menor do que um aluguel. Com isso, a pessoa estará pagando por algo que é realmente dela. É vantajoso!”, garante. Entre os benefícios, há a facilidade de liberação do crédito contanto que a documentação esteja correta e que o nome do cliente esteja limpo, as taxas atrativas, que podem partir de 5% ao ano, e as entradas com valores baixos.

Além disso, há a possibilidade de amortizar o valor em um tempo menor do que o previsto. “O que a pessoa ganha hoje, possivelmente, não é o que vai ganhar daqui a dois ou três anos. Com um aumento de ganhos, é possível pagar um valor maior do que a parcela inicialmente acordada, quitando a dívida mais cedo”, diz Bençal.


Fonte: G1.Globo.com / Janeiro 2020

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Caixa quer acelerar negócios ligados ao financiamento imobiliário em 2020

09:18:00
Com uma carteira de cerca de R$ 480 bilhões, banco lidera crédito imobiliário no país; apesar disso, ativos somam R$ 6 bilhões, número considerado tímido.

A Caixa Econômica Federal vai ampliar linhas de negócio ligadas ao financiamento imobiliário em 2020, valendo-se de posição de liderança no setor para ampliar receitas num mercado que vem se recuperando rapidamente no país.

Enquanto prevê crescimento de 30% das concessões de crédito para compra de residências neste ano, a Caixa também planeja acelerar o home equity, empréstimos em que o tomador oferece imóvel como garantia em troca de taxas de juros menores. 

“Isso pode nos ajudar a ampliar o relacionamento com muitos dos nossos clientes”, disse o presidente-executivo da Caixa, Pedro Guimarães.

Com uma carteira de cerca de 480 bilhões de reais no final de 2019, a Caixa lidera com folga o crédito imobiliário no país, com cerca de 60% do setor. Mas embora também seja a maior no segmento de home equity, seus ativos no setor somam cerca de 6 bilhões de reais, número considerado tímido por especialistas.

Além disso, a Caixa está começando financiamento para interessados em comprar cerca de 70 mil imóveis retomados pelo banco por conta de inadimplência, ativos avaliados em cerca de 5 bilhões de reais. Há cerca de dois anos, o banco tentou vender parte dessa carteira em grandes lotes a investidores, mas o leilão fracassou. 

“Achamos que podemos ganhar mais financiando a compra deles”, disse ele.

Desde que assumiu o comando da Caixa no começo do ano passado, Guimarães, um veterano do mercado financeiro, tem defendido o maior uso de instrumentos de mercado como forma de ampliar o volume de recursos para empréstimo imobiliário.

No segundo semestre de 2019, a Caixa lançou uma linha no setor atrelada ao IPCA, principal índice de inflação do país. Segundo Guimarães, o banco já emprestou 5 bilhões de reais por esta linha e aprovou outros 11 bilhões de reais.

Em março, o banco vai lançar na linha imobiliária prefixada. O plano de Guimarães é de que metade do que for originado nestas duas linhas seja securitizado e vendido a investidores.

Vendas de ativos
Enquanto amplia a prateleira no setor imobiliário, a Caixa avança nos planos de se desfazer de ativos não prioritários, como forma de reduzir exigências de capital e ganhar eficiência.

Além dos valores que deve arrecadar com a listagem de seus braços de seguros Caixa Seguridade e de cartões Caixa Cartões, ambos neste ano, o banco estatal também deve avançar com a venda de participações em negócios e imóveis próprios.

Numa mão, a instituição agrupará ativos imobiliários próprios, incluindo de agências bancárias e prédios de escritórios, em dois fundos de 1,5 bilhão de reais cada.

Em outra, manterá o ciclo de vendas de participações diretas, indiretas ou que administra. No ano passado, segundo Guimarães, a Caixa vendeu o equivalente a 15 bilhões de reais em ações, incluindo de Banco do Brasil, IRB Brasil e Petrobras. A instituição pretende ainda se desfazer da fatia de 36% do capital do Banco Pan.

A maioria dos recursos oriundos da venda de ativos, incluindo os que devem ser levantados com a venda de fatias nos IPOs de Caixa Seguridade e Caixa Cartões, tendem a ser usados para devolver ao governo federal empréstimos obtidos na última década recebidos por meio de instrumentos híbridos de capital e dívida (IHCD).

No ano passado, a Caixa devolveu cerca de 11 bilhões de reais. Para 2020, o banco tem plano de devolver cerca de outros 8 bilhões de reais, atingindo quase metade dos cerca de 40 bilhões de reais tomados.

O executivo defendeu ainda a venda de participações detidas pelo FI-FGTS e que são administradas pelo banco, incluindo na empresa de energia Alupar, na companhia de saneamento BRK Ambiental, controlada pela Brookfield, e na VLI Logística.

A proposta de venda da fatia na Alupar foi vetada duas vezes por maioria mínima do conselho do FI-FGTS no ano passado. Segundo Guimarães, se mais um ou dois conselheiros forem convencidos a proposta poderá ser aprovada. 

“Vou apresentar a proposta de venda de novo”, disse Guimarães. “O negócio não exige mais capital e já nos rendeu mais de 200% de retorno.”

Fonte: Exame / Janeiro 2020

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