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sexta-feira, 10 de julho de 2020

5 vantagens que mostram porque investir em imóveis vale a pena

05:53:00
A aplicação no mercado imobiliário é considerada estável porque, ao comprar uma casa, apartamento, sala comercial ou terreno, o bem tende a se valorizar com o tempo e não pode ser simplesmente subtraído, como acontece com automóveis ou joias.
Fonte: Freepik

O mercado de locação comercial e de galpões, por exemplo, vem crescendo a cada ano, inclusive em grandes cidades como no Rio de Janeiro e São Paulo. Levantamento da Cushman & Wakefield aponta que o mercado corporativo paulistano fechou 2018 com taxa de vacância de 21,5%, abaixo do indicador de 24,5% registrado no fim do ano anterior. Também o ramo de bens institucionais da capital fluminense, no fim do ano passado, registrou vacância de 40,2%, ante 41,1% em 2017.

Segurança
Desde que se mantenha a qualidade estrutural e o vigor da região, um imóvel não perde seu valor. Segundo o Secovi-SP, em média um proprietário de escritório recolhe renda de 1% ao mês na unidade locada, chegando a 13% ao ano. Esse valor é superior aos Fundos de Renda Fixa Referenciados, como o Certificado de Depósito Bancário (CDB), por exemplo, que chega a 9% ao ano.

Expectativa de valorização
O mercado imobiliário tem um histórico positivo, já que bens imobiliários se valorizam ano a ano e acompanham sempre a inflação. Além disso, o País vive excelente momento para aquisição no setor, com a Selic mais baixa da história, a 3%. Até 2025 haverá demanda de 14,5 milhões de novas moradias, de acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas.

Durabilidade
Uma propriedade é um bem duradouro, seja casa, apartamento, flat ou imóvel comercial. Se a opção for por alugar um imóvel recentemente adquirido, estima-se que o completo retorno do investimento ocorra em pouco menos de quatro anos. Ou seja, tudo o que receber mensalmente após esse período é lucro e segue por anos sendo necessário apenas reparos para manter o patrimônio.

Redução de riscos
Enquanto outras formas de aplicação incluem alta volatilidade, o mercado imobiliário segue estável e o maior risco é mesmo o de vacância. Um grande exemplo é o que aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus: enquanto a bolsa chegou a cair 39,28% em dois meses e o preço do petróleo ficou negativo, o valor dos imóveis não se alterou e um certo perfil passa a ser mais procurado: a segunda residência em locais próximos à natureza. A Planalto Invest, incorporadora sediada em Goiás, viu seus negócios decolarem. A empresa informa que em abril vendeu 7,5 vezes mais lotes do que o registrado em março, atingindo R$ 9 milhões em VGV (valor geral de vendas).

Déficit habitacional alto
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil sofre com a falta de 7,7 milhões de residências. Dessa forma, com o aumento populacional cresce também a procura por unidades para locação, ou seja, o mercado segue em constante expansão.


Fonte: ADEMI GO / Julho 2020

quarta-feira, 8 de julho de 2020

Imóveis: vender, alugar ou investir durante a pandemia?

11:03:00
A crise econômica resultante da pandemia do novo coronavírus acende diversos alertas no mercado imobiliário. A compra, a venda ou o aluguel precisam ser bem analisados, já que algumas opções podem ser mais atrativas do que outras, a depender da situação e o objetivo de cada pessoa.

O professor Michael Viriato, do Insper, avalia que o momento não é propício para vendas, uma vez que os preços tendem a cair em contextos de crise. Em contrapartida, para quem tem dinheiro para investir, essa é a oportunidade de fechar uma boa compra.
 
Fonte: Freepik

Num cenário de investimento, o coordenador do curso Desenvolvimento de Negócios Imobiliários da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Alberto Ajzental, explica que aplicar o dinheiro de uma venda em caderneta de poupança, por exemplo, não supera o retorno que uma locação de imóvel pode trazer. “É melhor ter o aluguel como renda fixa, porque as opções de (reinvestimento) são muito arriscadas.”

Os sintomas de instabilidade da crise já começam a ser sentidos pelo mercado. A plataforma Kzas, criada no final de 2019, notou uma diminuição no volume de buscas no início da pandemia – em março no Brasil. Já nas últimas duas semanas de abril, a procura foi retomada.
“Vínhamos dobrando o volume de visitas e vendas desde dezembro, e em março houve uma estabilização. Nas últimas duas semanas, percebemos uma nova melhora, fazendo uma média de duas vendas por semana”, diz Eduardo Muszkat, CFO da startup.
A imobiliária Lopes observa redução tanto das vendas como das locações. A impossibilidade de visitas pesa neste resultado, por isso a empresa aposta no digital. Márcia Escórcio, de 54 anos, realizou uma compra com a imobiliária logo após a venda do seu antigo apartamento, entre março e abril.

Para ela, a expectativa era de preços menores. “Eu tive flexibilidade (com o meu comprador), considerando a situação (de crise). E no caso dos meus vendedores eu acho que eles não usaram o mesmo critério”, avalia. O Estado ouviu especialistas sobre os riscos e as vantagens antes de qualquer decisão no cenário atual. Confira a seguir.

É seguro investir em um imóvel na crise?
Adquirir um imóvel neste momento é um bom investimento, mas é necessária uma pesquisa profunda em busca de opções. A busca, inclusive, vem sendo facilitada pelas empresas que apostam no digital para fechar negócios online.
“Como em todos os momentos de crise, você pode encontrar situações interessantes para fazer uma aquisição com preços bastante reduzidos. Isso está acontecendo. Algumas pessoas precisam de dinheiro e acabam vendendo pelo preço que tiver”, diz Roberto Vertamatti, diretor executivo da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).
O professor Viriato, do Insper, esclarece que deve investir na aquisição de imóveis quem possui muito capital disponível para comprar à vista, porque, com isso, tem-se poder de barganha. Do contrário, o comprador que precisar adquirir uma dívida alta e de longo prazo deve ter em mente o risco de demissões devido à economia fragilizada.

Na avaliação dele, a alternativa mais vantajosa de investimento para quem possui dinheiro disponível são os fundos imobiliários, porque “você tem desconto, menor risco e liquidez”.

Em que condições devo comprar?
Um horizonte para se buscar é a compra de um imóvel já ocupado e mantê-lo assim, na opinião de Alberto Ajzental. “É uma opção de investimento comprar imóvel bem alugado, com bom inquilino, porque além do valor do bem você pode fazer a conta dos valores dos recebíveis (meses de aluguel)”.
Com uma boa procura, o diretor da Anefac acredita ser possível encontrar descontos de até 30% na venda de imóveis. Contudo, Vertamatti ressalta a importância de observar a segurança dos negócios. “Verifique a documentação, busque informações nos cartórios, mais do que numa situação normal, porque neste momento também surgem aproveitadores inescrupulosos.”

Devo comprar financiado?
Adquirir uma dívida alta é uma ação que se deve evitar em um panorama econômico de incertezas. Mas aqueles que não dispõem de capital para arrematar um imóvel à vista acabam tendo que recorrer aos financiamentos bancários. Se não há escapatória, é preciso também pesquisar as taxas de juros praticadas pelos bancos, que tendem a elevá-las em períodos de crise.
“A pessoa que precisa de financiamento tem que pesar com muito cuidado a possibilidade de perder o emprego, porque pode perder o apartamento e perder o dinheiro que investiu”, frise Viriato.
Além de tarifas elevadas, as instituições tendem a apertar os cintos em operações mais elevadas e podem dificultar a liberação de crédito. Mas os tomadores do dinheiro podem tentar uma negociação com os bancos.

É melhor vender ou alugar?
A venda deve ser a última das opções, na avaliação dos três especialistas. A venda é recomendada, por exemplo, numa situação de extrema urgência ou para quitação de uma dívida. Para eles, entre vender e alugar, a segunda opção é a mais satisfatória, ainda que haja uma onda de negociações no momento.

O professor do Insper lembra que as locações giravam em torno de 0,3% e 0,4% do valor do imóvel. Ainda que caiam nas negociações, a locação ainda seria mais vantajosa porque pode-se receber os valores em meses subsequentes. Já o desconto na venda do bem dificilmente seria recuperado em outro investimento.
“Em um imóvel de R$ 1 milhão, você alugaria (em média) por uns R$ 3.500 numa situação normal. Mesmo que consiga alugar por R$ 2.500 agora, você está deixando de ganhar R$ 12 mil em um ano. Se você vender agora, é possível que tenha que dar 10% de desconto, que são (neste exemplo) R$ 100 mil”, compara o professor.
Uma opção para quem está apertado e precisa do dinheiro, é recorrer a um refinanciamento do seu imóvel, pois os empréstimos com garantia do imóvel têm taxas de juros menores.

Devo vender para reinvestir?
Os especialistas concordam que o momento não é ideal para arriscar. A venda de imóvel tende a ser desfavorável aos proprietários e dificilmente algum tipo de investimento compensaria o desconto oferecido na venda. É possível ter um retorno abaixo do esperado e continuar perdendo dinheiro.

O professor da FGV alerta para o risco de duas operações envolvendo grande quantidade de dinheiro neste período. “O mercado está completamente atípico, líquido. Eu acho que não é o momento mais oportuno de fazer tanta movimentação e de tanta importância em um curto prazo”, conclui Ajzental.


Fonte: Estadão / Junho 2020

segunda-feira, 6 de julho de 2020

Isolamento Social muda exigências de quem compra ou aluga casa e apartamento.

04:22:00
Com a temporada forçada em casa, o comportamento mudou tanto nas compras quanto nos aluguéis. As imobiliárias estão percebendo novas demandas, e construtoras já começam a fazer projetos baseados na nova realidade criada pela pandemia do coronavírus.

Uma pesquisa da Loft, startup que compra, reforma e vende imóveis, mostrou que 45% dos clientes acreditam que o período de isolamento social desperta o interesse por apartamentos maiores. E 70% desejam uma área reservada para o trabalho remoto.


Fonte: Freepik

Mudou a maneira que as pessoas estão se relacionando com suas casas. A pesquisa mostrou também que as pessoas estão usando mais a cozinha (46%), superando o uso de serviços de entrega (22%) — salienta João Vianna, co-fundador da Loft.

Na Apsa, tal movimento começou a ser sentido há poucas semanas. De acordo com Giovani Oliveira, gerente geral de imóveis da empresa, os clientes antes buscavam um imóvel pequeno para compra, mas não abriam mão de áreas comuns de lazer cheias de atrativos. Com a pandemia, esse perfil mudou: agora, o objeto de desejo é um apartamento com cômodos maiores, e os espaços de uso partilhado deixaram de ser uma prioridade.
Depois de três meses de isolamento, está havendo a valorização de plantas maiores e que tenham espaço para home office. As pessoas se deram conta de que não podem mais contar com as áreas comuns como extensões dos seus apartamentos. — analisa Oliveira.

Já Marcel Galper, gerente de Vendas da Precisão Vendas, vem observando um crescimento na procura por imóveis com boas áreas comuns (como salas de estar e TV), em função de as famílias ficarem reunidas por mais tempo dentro de casa.
Tenho notado também uma procura maior por apartamentos de cobertura que tenham áreas livres.

No segmento de Minha Casa Minha vida, o coronavírus já está modificando projetos. No empreendimento Vitale Eco, da construtora Vitale, o número de unidades foi reduzido: de 444 para 406. E 90% dos equipamentos de lazer serão ao ar livre.


Fonte: Incorporação Imobiliária - Mercado Imobiliário / Junho 2020

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