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sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Reforma do IR permite atualização do valor de imóvel

06:49:00
Aprovado na quinta-feira (02/09) pela Câmara dos Deputados, o projeto que altera regras do Imposto de Renda (PL 2337/21) permite a atualização do valor dos imóveis comprados pelas pessoas físicas até 31 de dezembro de 2020 e declarados anualmente. 



Hoje, os imóveis são mantidos pelo valor original, e o cidadão precisa pagar entre 15% e 22,5% de imposto sobre o ganho de capital obtido com a diferença entre o valor de aquisição e o valor de venda.

Essa atualização está vinculada ao pagamento antecipado de um imposto de ganho de capital de 4%. O prazo para adesão e pagamento do imposto será de 1º de janeiro a 29 de abril de 2022.

Entretanto, sobre o valor tributável não haverá a aplicação de fatores de redução, como ocorre pela legislação atual. Esses fatores reduzem o valor do imposto a pagar conforme o tempo decorrido entre a compra e a venda.

Após essa atualização, que não está vinculada a qualquer obrigação de venda, o imóvel passará a ter um novo valor de aquisição; e os impostos normais incidirão sobre a diferença entre esse valor e o valor de venda futura.

Quanto aos imóveis rurais, a regra se aplica apenas à terra nua.

  • Bens no exterior
O texto aprovado permite a mesma sistemática de antecipação de imposto de renda menor para aqueles residentes no País que tenham bens no exterior e estejam declarados na declaração de ajuste relativa ao ano-calendário de 2020.
A alíquota será de 6% e incidirá sobre bens e direitos atualizados mantidos no exterior, como depósitos bancários, investimentos, apólices de seguro, fundos de aposentadoria, bens integralizados em empresas estrangeiras, bens imóveis, veículos, aeronaves e embarcações.
O valor atualizado deverá ser informado pela instituição financeira (depósitos, investimentos, etc.), pelo balanço da empresa ou por entidade especializada (veículos, embarcações, etc.).
Ficarão de fora joias, pedras e metais preciosos, obras de arte, antiguidades de valor histórico ou arqueológico, animais de estimação ou esportivos e material genético de reprodução animal.

  • Fundos de renda fixa
Sobre a tributação de investimentos em renda fixa, o texto aprovado mantém a alíquota regressiva de 22,5% a 15% ou 20% (curto prazo), enquanto a redação original do projeto propunha a unificação em 15%.
 
Fonte: IG | Setembro 2021

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Lançamento Park Barra

07:00:00

No desenvolvimento de cada projeto surgem novas demandas, expectativas e inúmeras possibilidades. O trabalho da Immobile Arquitetura consiste em pensar em todo o contexto da demanda até o produto final, e assim apresentar os melhores resultados para nossos clientes. 
 
Além de projetos, fazemos negócios. Buscamos compreender as particularidades que envolvem cada um deles, traçamos nossos objetivos, pensamos na viabilidade econômica, nas premissas legais e no conceito que será o Norte e diferencial do projeto, seja qual for a escala: da residência unifamiliar até o bairro planejado, consideramos a estratégia da empresa/ produto.


Perspectiva ilustrada. Fonte: Construtora JotaNunes

Para o Park Barra, um dos nossos mais recentes projetos, lançado pela Construtora JotaNunes, o ponto de partida foi entregar um produto que oferecesse experiência de resort para seus moradores, dialogando bem com a localização do empreendimento, que será edificado em uma área em franca expansão na Barra dos Coqueiros, próximo a praia e que tem atraído diversos empreendimentos por conta do seu potencial imobiliário. 


Buscamos juntamente com a equipe da JotaNunes idealizar um empreendimento onde todas as suas unidades fossem inseridas em meio ao verde, ao lazer, ao convívio dentro do próprio condomínio. A proposta foi incorporar conceitos de hotelaria nesse residencial.

O Park Barra conta em seu projeto com três tipos de plantas, com dois dormitórios, com ou sem suíte e até duas vagas de garagem, além disso, o morador poderá escolher dentre duas opções: um amplo jardim privativo no térreo ou varanda. Cada residência poderá ter uma área total de 51,28m² ou 69,62m². 
 

Assim, o residencial Park Barra Mais Viver trará para a região um novo estilo de moradia, voltado para o lazer de forma acessível, com as facilidades de ser um produto do programa Casa Verde e Amarela e com o projeto Immobile Arquitetura.

segunda-feira, 28 de junho de 2021

Caixa anuncia redução das parcelas de financiamento habitacional

05:21:00
A Caixa Econômica Federal oferecerá redução de até 75% no valor das parcelas de financiamento habitacional, por prazo limitado, para auxiliar os clientes em meio à atual crise financeira. O anúncio foi feito pelo presidente Pedro Guimarães.

Além disso, beneficiários do Auxílio Emergencial ou do Seguro Desemprego poderão contar com uma “pausa” no pagamento das parcelas. 

De acordo com Guimarães, a solicitação de redução da parcela deverá ser feita pelo App Habitação Caixa. O desconto será concedido por prazo determinado, conforme o percentual concedido:
  • redução de até 25% da prestação por até 6 meses;
  • redução de 25% a 74,99% da prestação por até 3 meses;
  • e redução acima de 75% da prestação, mediante comprovação da perda de renda e avaliação pela Caixa.
Para ter acesso a até 74,99% de desconto por até 3 meses não será necessário qualquer tipo de comprovação ou análise.

Já os clientes que desejarem mais de 75% de desconto precisarão comprovar que perderam renda e serão submetidos a uma avaliação.

Ao final do prazo estabelecido, a cobrança volta ao valor normal e os descontos concedidos serão cobrados, proporcionalmente, até o final do contrato.

O banco enfatizou que “a taxa de juros e o prazo contratados inicialmente não sofrem alteração” mediante a concessão do desconto nas parcelas.

Suspensão de parcelas
Já a suspensão do pagamento das parcelas para quem estiver recebendo o Auxílio Emergencial em 2021 ou o Seguro Desemprego deverá ser solicitada pelo App Habitação Caixa ou por meio do telefone 0800-104-0104.

A pausa da cobrança será feita pelo prazo de até 6 meses.
“Essas medidas proporcionam às famílias a possibilidade de se reorganizarem para voltar a pagar integralmente a prestação mensal”, destacou a Caixa em comunicado à imprensa.

Feirão Digital da Casa Própria
A Caixa também anunciou a realização do 1º Feirão Digital da Casa Própria, que terá imóveis com possibilidade de financiamento de 100%, sem pagamento de entrada e com carência de até 6 meses para iniciar o pagamento das prestações.

O feirão será realizado de 25 de junho a 4 de julho.

Serão oferecidos cerca de 180 mil imóveis em todo o país, com a participação de mais de 600 construtoras.

Os imóveis poderão ser escolhidos na plataforma do evento, onde é possível fazer a simulação do financiamento e ser atendido por um correspondente do banco por meio do chat.

Fonte: CBIC | Junho 2021

quarta-feira, 9 de junho de 2021

Financiamento imobiliário dispara, bate recorde e projeta alta de 34% para o ano

06:36:00

Depois de crescer 57,5% no ano passado com R$ 124 bilhões liberados pelos bancos, o volume de financiamentos imobiliários deu um novo salto de 113% no primeiro trimestre de 2021, na comparação com os três primeiros meses do ano passado. De acordo com os dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), as operações entre janeiro e março chegaram ao valor recorde de R$ 43,1 bilhões, com 187,6 mil unidades vendidas. 

E a avaliação é de que, mesmo com o início do processo de alta de juros no Brasil e da escalada dos preços de materiais de construção, a expansão do setor imobiliário deve continuar nos próximos meses. Em meio à forte demanda dos brasileiros pela casa própria ou por novos imóveis, o setor já projeta crescimento superior a 30% nos financiamentos para este ano, ainda que a economia no País esteja sendo afetada pela segunda onda da pandemia do novo coronavírus.

O bom desempenho registrado em março reforçou o otimismo da Abecip, que atualizou sua projeção de crescimento neste ano de 27% para 34%. A expectativa é de que até R$ 170 bilhões sejam usados neste ano para financiar a compra de imóveis novos e usados. Para a presidente da entidade, Cristiane Portella, vários fatores impulsionam a aquisição de moradias, a despeito da crise econômica.

"Em primeiro lugar, ainda há um déficit habitacional muito grande no Brasil, o que significa que há uma demanda enorme para a aquisição da primeira casa ou a troca pela segunda. E também tivemos uma redução importante nos juros", afirma, em referência à queda verificada em 2020.
Segundo Cristiane, em financiamentos longos, de 20 ou 30 anos, qualquer redução na taxa de juros tem impacto considerável no valor da prestação, que passa a caber no bolso do comprador. "A conjuntura atual colocou muito mais pessoas no jogo, em condição de comprar um imóvel ou mudar para um maior", avalia.

Selic sobe

De acordo com os dados do Banco Central, mesmo com o início do ciclo de alta da Selic (os juros básicos da economia) em 2021, a taxa média de juros do crédito imobiliário para pessoas físicas foi de apenas 6,9% ao ano em março deste ano o menor valor da série histórica. Em comparação, em janeiro do ano passado, o juro médio da modalidade estava em 7,4%.
"Outra questão positiva é a possibilidade de se usar diferentes indexadores no financiamento. O consumidor acaba tendo mais opções, o que acirra a competição entre os bancos. Com isso, não temos visto o repasse direto da alta da Selic, pelo menos por enquanto", diz Cristiane Portella.

Desde março, o BC já elevou a Selic de 2% para 3,5% ao ano. O aumento, em tese, também deveria encarecer o juro para o mutuário da casa própria. "Em um mercado em transformação, os bancos passaram a valorizar ainda mais o relacionamento de longo prazo com os clientes", diz a executiva da Abecip.

Por outro lado, enquanto as classes média e alta aproveitam o momento para financiarem imóveis, o governo Bolsonaro zerou verbas para o Minha Casa Minha Vida e as obras de 200 mil casas para as classes mais pobres vão ser paralisadas. Mas, segundo José Carlos Martins, presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), esse corte de recursos para a moradia população mais pobre deve ser revertida em breve.

"É um problema tão absurdo, sem sentido, que só posso acreditar que o bom senso vai prevalecer. Por isso, estou tranquilo", diz.

Fonte: UOL | Junho 2021

terça-feira, 25 de maio de 2021

Mercado imobiliário prevê expansão do setor em 2021

04:49:00
O mercado imobiliário passa bem, mas poderia estar melhor. Em janeiro de 2020, o clima de otimismo estava em alta no setor, que tinha um prognóstico de retomada efetiva dos investimentos e lançamentos em diferentes segmentos. Afinal de contas, entendia-se que o pior da crise econômica já havia passado no Brasil.

Contudo, uma grave crise de saúde global pairou sobre nós e o mundo, minando as perspectivas de crescimento da economia e das empresas. Mesmo se passado um ano, a pandemia da Covid-19 ainda impera como uma grande ameaça, sendo o motivo de entraves para o desenvolvimento de inúmeros negócios e arranjos produtivos.

Apesar deste cenário difícil, o mercado imobiliário reagiu e registrou crescimento de 9,8% nas vendas em 2020, se comparado a 2019, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Para 2021, há uma expectativa de melhora do quadro, sendo esperado um crescimento da atividade do setor em torno de 10%, ante 2020.

Claro que muito deste saldo positivo frente a outros setores econômicos que amargaram quedas nas vendas no ano passado deve-se à estabilidade da Taxa Selic (com patamar histórico de 2%), como também à farta linha de crédito habitacional para a compra de imóveis. Tem relação ainda com a migração de investidores do mercado financeiro para o segmento imobiliário em busca de ativos de menor risco para depositar seus recursos com rentabilidade assegurada a médio e longo prazos.

Mas o mercado imobiliário também fez o seu dever de casa. Com a necessidade do isolamento e distanciamento social, as empresas aceleraram seus processos de digitalização, apresentando soluções digitais para as demandas dos consumidores, com vendas e locação mediadas no ambiente virtual. Um marco deste avanço do setor foi a realização do Salão do Imóvel Ademi-ES em versão 100% digital. O evento contou com a adesão de 26 empresas e contabilizou mais 40 mil visitas únicas no portal.

Os desafios de agora são as sequelas da grave crise de saúde que ameaçam diversas atividades empresariais, incluindo o setor da construção civil em todos os seus nichos. Temos no horizonte uma acentuada da alta inflacionária no Brasil, que pode acarretar numa eventual variação da Taxa Selic, além da falta de insumos afetando diferentes cadeias produtivas e a elevação na ponta do preço dos materiais de construção.

Todos esses fatores exercem uma influência negativa no mercado imobiliário. O foco do setor estará em desenvolver expertises para driblar todas as adversidades. Como se comprovou em 2020, mesmo com cenário adverso, há uma demanda crescente por imóveis. Porém, o setor deve enfrentar, em algumas regiões, uma situação de oferta de produtos aquém do apetite do consumidor, caso não ocorram novos lançamentos.

Fonte: Gazeta | Maio 2021

Sobre a

IMMOBILE Arquitetura

Ela foi idealizada em 2008 pelo arquiteto e urbanista Expedito Junior, com o objetivo de criar e implementar projetos de alta performance e profundidade técnica, executados para atingir os melhores índices de rentabilidade de acordo com a individualidade de cada empreendimento e negócio. Constituída por uma equipe de profissionais que possuem diferentes visões de mercado, procuramos manter um relacionamento estreito com os investidores, construtores e principalmente possibilitando a maior eficiência e agilidade nos processos de criação, regularização e entrega.




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