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segunda-feira, 9 de maio de 2022

Caixa anuncia linha de crédito para construção de imóveis comerciais

11:05:00
Caixa anunciou, na última quinta-feira (28), uma série de medidas voltadas para empresas. Dentre elas, está a abertura de uma linha de crédito para imóveis comerciais, que será oficializada no dia 2 de maio.
O financiamento será destinado a empresas que quiserem adquirir, construir ou reformar suas propriedades, com taxas a partir de TR + 3,15% ao ano, somadas à remuneração da poupança. Segundo o presidente do banco, Pedro Guimarães, o prazo para o pagamento dessa linha de crédito será de 180 meses.

Batizada de Novo Plano Empresário Caixa (PEC), a iniciativa inclui redução de metade dos documentos exigidos nas contratações, para acelerar o processo de contratação; agilidade na liberação das parcelas; simplificação da comprovação da comercialização das unidades e dos recebíveis imobiliários; aumento do percentual máximo de permuta do terreno de 20% para 35% e simplificação dos processos pós-contratação.

A Caixa prorrogou, ainda, todas as medidas de apoio às empresas que foram adotadas em 2020 e 2021, devido à pandemia. O novo prazo para a antecipação de recursos para novos empreendimentos, prazo de carência para início das obras e possibilidade de prorrogação de cronograma foi estendido até dezembro deste ano.

A instituição também fará alterações na modalidade Apoio à Produção linha de crédito para financiamento à produção de empreendimentos habitacionais, comerciais e mistos, com financiamento direto às Construtoras ou Incorporadoras ou Sociedades de Propósitos Específicos e financiamento para comercialização das unidades.

A partir do dia 2 de maio, o financiamento passará a contemplar empreendimentos com doação de terreno por entes públicos, que poderá ser realizada por meio de Concessão de Direito Real de Uso (CDRU) o que permite maior produção imobiliária por meio de parcerias com Estados e Municípios.

Para finalizar as atualizações em processos relacionados à pessoa jurídica, a divulgação citou a prorrogação da taxa promocional de contratações da modalidade Poupança Caixa, com recursos das Cadernetas de Poupança. Até 30 de junho, a taxa permanecerá reduzida a 3% ao ano, somada à remuneração da poupança (queda é de 0,32 ponto percentual).

Quanto aos processos de pessoas físicas, com recursos da Poupança, os clientes agora contarão com período de carência de até 6 meses no financiamento de imóveis novos e usados. O novo prazo é válido em três opções de linhas de financiamento imobiliário do banco: TR, Poupança Caixa e Taxa Fixa.
 
Fonte: Aecweb | Abril 2022

segunda-feira, 2 de maio de 2022

Cinco tendências do mercado imobiliário no pós-pandemia

12:00:00

Taxa de juro de dois dígitos, inflação de até 100% em algum material de construção, e menor poder de compra da população brasileira. O cenário pós-pandemia representa certamente um revés para o mercado imobiliário. Como navegar nesse cenário econômico mais complexo?

É o que discutiram executivas do setor nesta sexta-feira, 29, no painel "Tendências do Real State". O debate faz parte da programação do evento "Soma O mundo imobiliário completo com as protagonistas".
Organizado pelo movimento Mulheres do Imobiliário, idealizado e fundado por Elisa Tawil, o evento, apoiado pela EXAME, tem como objetivo promover a diversidade e equidade do setor, além de formar uma rede de apoio para profissionais do segmento.

Veja abaixo cinco insights comentados por Tânia Costa, diretora de desenvolvimento da Regus; Mariliza Pereira, CEO da construtora Rio8; Giovanna Campanelli, diretora de real state do escritório de advocacia Alvarez & Marsal; e Maria Júlia Temprano. CFO da CP Construplan.


  •  Eficiência operacional
Ter dinheiro em caixa para imprevistos é uma característica essencial para mercados de ciclo longo como o imobiliário, mas que se mostrou ainda mais importante na pandemia. 

A alta inflação do material não é, no atual cenário, de perda do poder de compra, facilmente repassada para o preço dos imóveis. Estrangulados pelos custos, muitos pequenos e médio construtores vêm encerrando atividades, diz Campanelli, do escritório Alvarez & Marsal
"Um caminho para sair desse ciclo é buscar maior eficiência", diz a executiva. "Uma solução posível é integrar engenharia e escritório para reduzir desperdícios com o intuito de conservar as margens do negócio."

  • Trabalho híbrido

É fato: a maioria dos funcionários das empresas quer o trabalho híbrido no pós-pandemia, e isso muda a demanda por espaços, diz Costa, da Regus,

Existe agora uma demanda por trabalhar mais perto de casa, o que cria uma oportunidade para a construção de escritórios fora de regiões tipicamente comerciais. Além disso, há uma maior exigência dos funcionários sobre seus escritórios. 

"É necessário mostrar que o escritório é mais atrativo do que trabalhar no Starbucks da esquina."

  •  Imóveis de médio e alto padrão
Para Pereira, CEO da Rio8, estranguladas pela inflação do material de construção, e diante do aumento da taxa de juro, muitas construtoras viraram a chave do segmento de imóveis econômicos para empreendimentos de médio e alto padrão ao longo da pandemia.
"Nos últimos anos muitas empresas sofreram ao focar em um cliente que não era nem o cliente de empreendimentos de médio padrão nem do segmento econômico, que infelizmente perdeu poder de compra e não consegue comprar um imóvel agora."
A saída é buscar clientes de maior renda, especialmente investidores. "Esse grupo está com mais apetite para comprar imóveis no atual cenário econômico."

  •  Esforço digital
As restrições causadas pela pandemia estimularam ainda mais a jornada digital do cliente imobiliário. Portanto, ter essa estratégia se tornou ainda mais importante para o negócio, diz Temprano, da CP Construplan.
"Hoje trabalhamos com uma imobiliária no estande e com outra digital, que marca visitas. Também passamos a trabalhar com contratos digitais."

  • Fachada ativa
Em tempos de alta dos preços para construir, qualquer alívio é bem-vindo. E a fachada ativa é um deles: caso seja inserida em um empreendimento, permite construir mais.

A CP Construplan resolveu apostar na solução em um empreendimento econômico e foi bem-sucedida, diz Temprano. "Investidores optaram por comprar as salas comerciais para alugá-las para os próprios moradores do prédio."

Fonte: Exame | Maio 2022

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

BEYOND, o projeto Immobile para além da Arquitetura.

03:34:00
Idealizado para um bairro planejado em Aracaju, o Beyond é um dos recentes estudos da Immobile Arquitetura. O seu desenvolvimento foi motivado inicialmente para participação em um concurso local onde o maior desafio foi criar um projeto para além da arquitetura. A ideia conquistou e envolveu a todos os colaboradores. Trabalhamos no conceito do empreendimento, naming, identidade visual, soluções técnicas, estéticas e criativas de arquitetura, estudos de viabilidade econômica e financeira, além de pesquisas de mercado, produção das imagens e material publicitário, empregando ao projeto todo o potencial técnico e multidisciplinar da empresa. 


Ao longo do processo, tivemos liberdade projetual, mesmo considerando todas as questões de viabilidade técnica e legal que nos restringem. Nosso objetivo foi complexo e abrangente, partindo de uma fachada atraente, que dialogasse com o conceito do bairro que valoriza o verde. Trouxemos em sua composição um projeto funcional, com sofisticação e sustentabilidade em harmonia.


O BEYOND, como denominamos o empreendimento, traz em suas soluções as práticas de engenharia e arquitetura que envolvem o novo e o econômico, com concepções estruturais tradicionais e fachadas envolventes, e ainda, as opções de plantas foram pensadas para atender aos variados tamanhos de família e que estejam adaptadas a nova dinâmica da vida das pessoas. 


O novo e o tradicional aliados à boa arquitetura.

Para um aproveitamento viável e confortável do terreno, foram projetadas duas torres com unidades de 135m² a 140m². Plantas com 3 a 4 dormitórios, sendo 2 ou 3 suítes. Entre os diferenciais, o detalhe da cascata na entrada do edifício e destaque do Lobby com estética de hotel. As varandas com as jardineiras criando elementos projetados, além da piscina, espaço delivery, lavanderia, pet play e muito mais. 

Naming e Assinatura Gráfica

Beyond significa ir além. A proposta de projetar um empreendimento que atendesse para além das expectativas de um mercado dinâmico e híbrido.
Para a assinatura gráfica do Beyond, pensamos em minimalismo. A composição do símbolo, as duas formas distintas e conectadas que se sobrepõem representam as duas torres, e foram inspiradas nas linhas dinâmicas presentes nos detalhes das varandas. As cores também foram pensadas considerando a paleta da fachada. Para a escolha da fonte, optamos por sutileza e firmeza nas linhas tipográficas que, junto ao símbolo, equilibram a composição horizontal. Em cada traço, harmonia entre o tradicional e o novo. 



Com o Beyond, a Immobile entregou além de conceito, um projeto que dialogou com as premissas técnicas e estéticas apresentadas. Com 12 anos de atuação no mercado, seguimos buscando desenvolver cada projeto de forma assertiva, com o estudo do mercado e de suas demandas específicas, além de seguirmos aprimorando nossas técnicas e processos internos.

Para conhecer nossos projetos lançados e outros estudos, acesse www.immobile .arq.br e siga-nos também no instagram @immobile_arquitetura.



terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Presidente da Caixa prevê alta de 10% do crédito imobiliário em 2022

06:49:00
A Caixa Econômica Federal prevê aumento de 10% das concessões de empréstimos para compra de imóveis em 2022, desaceleração em relação ao ano passado, em meio ao ciclo de alta da taxa básica de juros, disse o presidente-executivo do banco estatal, Pedro Guimarães. 
“Vamos crescer 10% e superar R$ 150 bilhões em concessões”, disse Guimarães em entrevista à Reuters por telefone.
Maior financiadora imobiliária do País, a Caixa tinha um estoque de financiamentos no setor de R$ 542 bilhões em setembro passado, último dado público, alta de 8,7% em 12 meses.

Em 2021 até setembro, a Caixa concedeu R$ 104 bilhões em empréstimo imobiliário, alta de 27,9% sobre um ano antes. Em termos anualizados, as concessões devem superar R$ 135 bilhões no acumulado do ano passado. Se a previsão para este ano for alcançada, haveria, portanto, uma desaceleração.

Impulsionado pela queda da Selic à mínima histórica de 2% ao ano, o crédito imobiliário teve forte crescimento entre 2020 e o começo do ano passado. Mas esse ritmo tem perdido força desde que o Banco Central começou a subir a taxa básica rapidamente para tentar esfriar a inflação, que superou 10% em 2021.

Segundo a Abecip, entidade que representa as financiadoras imobiliárias no País, a concessão de crédito no setor em novembro subiu 26,8% em relação a igual mês de 2020. Embora ainda fortes, os desembolsos desaceleraram. Em março, o crescimento ano a ano tinha sido de 172,7%.

Atualmente em 9,25% ao ano, o juro básico do País ainda deve ter novos aumentos, segundo projeções majoritárias de economistas, podendo superar 11% nos próximos meses.

Para Guimarães, no entanto, por ter taxas de juros mais baixas do que a maioria dos concorrentes, especialmente com linhas menos impactadas pela inflação, como a do SBPE, a Caixa deve seguir ampliando os desembolsos em ritmo superior.

Segundo dados da corretora imobiliária Akamines, a menor taxa cobrada hoje pela Caixa é de 8,3% ao ano + TR, ante 9,99% do Santander Brasil, e 9,5% de Bradesco e de Itaú Unibanco.

De acordo com o executivo, a combinação recente de aumento da inflação e do juro se refletiu em “pequena alta” dos números de inadimplência dos financiamentos imobiliários na Caixa nos últimos meses, mas o banco tem flexibilidade para negociar com os mutuários sem ter que retomar os imóveis.

Desde meados de 2020, a Caixa concedeu pausas no pagamento de prestações a cerca de 2,5 milhões de mutuários, na esteira da crise desencadeada pela Covid-19. Guimarães disse que no momento não considera abrir novas pausas. “Não vemos necessidade disso agora”, disse o executivo.

Fonte: Estadão | Janeiro 2022

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Taxa Referencial deixa de ser zero!

11:02:00
A TR, que é a Taxa Referencial, índice utilizado para algumas funções na nossa economia como por exemplo para corrigir o saldo devedor de muitos contratos de financiamento imobiliário deixou de ser zero conforme informou o banco central no Comunicado nº 37.933, de 17 de novembro de 2021, e isso tem um impacto direto em muitos contratos de financiamento inclusive naqueles que estão em andamento. 



A TR, para quem não sabe, é uma taxa de juros de referência que foi criada nos anos 90, na época do governo Collor, uma época que o Brasil sofreu muito com a hiperinflação. Essa taxa referencial foi criada dentro de um conjunto de medidas econômicas e, em meio a diversas outras funções, deveria servir de referência para as demais taxas de juros e ajudar a controlar a inflação, além de calcular o rendimento de determinadas aplicações financeiras como títulos públicos e a poupança.

Após muitas mudanças na nossa política econômica, a TR acabou deixando de ser usada para controlar a inflação, dando lugar à Selic.

Atualmente, a taxa Selic desempenha o papel de sinalizador da taxa de juros e um dos instrumentos de combate à inflação, porém mesmo assim a TR ainda é usada como parte da indexação de ativos, como por exemplo o FGTS, poupança e títulos de capitalização.

Deste modo, com todas essas alterações ao longo dos anos, a TR sofreu algumas mudanças na sua maneira de ser calculada e com isso acabou ficando muito baixa ou até zerada, conforme estávamos vendo recentemente (a TR estava zerada desde 2017). Agora, de acordo com o comunicado 37.933 do Banco Central, a TR voltou a ter um valor e isso tem um impacto direto no mercado imobiliário, pois ela deixando de ser zero, vai atualizar as contas vinculadas do FGTS, cadernetas de poupança e os contratos de financiamento imobiliários que possuem a TR como indexador para atualização do saldo devedor.

Se você já comprou um imóvel financiado com correção do saldo devedor pela TR, ele pode aumentar a partir de agora.

O valor a princípio é baixo, sim, mas ele pode subir se as taxas de juros subirem demais e consequentemente a TR. Especialmente se a Selic passar de 2 dígitos, aí veremos um aumento mais perceptível na TR. Importante ressaltar que, mesmo o valor sendo baixo percentualmente falando, ele pode ter algum impacto no seu orçamento dependendo do valor do seu financiamento.

Importante, ainda, ressaltar dois aspectos pra quem tem financiamento em andamento que são:
  • Saldo residual (embora existam instrumentos que protegem o tomador do crédito limitando o valor do residual);
  •  Nos casos de quem tem financiamento bancário em fase de obra, ocorrerá a atualização monetária.

E se por acaso você ainda não comprou um imóvel, mas pretende comprar, é sempre interessante comparar todas as modalidades disponíveis e fazer as contas corretamente especialmente agora que a Taxa Referencial deixa de ser zero!

Muita gente acha que para comprar um imóvel financiado basta assinar os papeis e depois ir pagando mensalmente, mas eu sempre recomendo que tenham muita atenção, pois um contrato de dívida tão longa precisa desse cuidado e PRINCIPALMENTE orientação. Quando você tem informação correta, você faz um bom negócio. Não deixe NUNCA de consultar um BOM CORRETOR DE IMÓVEIS e um BOM CORRESPONDENTE BANCÁRIO para lhe auxiliar nesse processo.
 
Fonte: Portal VGV | Novembro 2021

Sobre a

IMMOBILE Arquitetura

Ela foi idealizada em 2008 pelo arquiteto e urbanista Expedito Junior, com o objetivo de criar e implementar projetos de alta performance e profundidade técnica, executados para atingir os melhores índices de rentabilidade de acordo com a individualidade de cada empreendimento e negócio. Constituída por uma equipe de profissionais que possuem diferentes visões de mercado, procuramos manter um relacionamento estreito com os investidores, construtores e principalmente possibilitando a maior eficiência e agilidade nos processos de criação, regularização e entrega.




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