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segunda-feira, 8 de agosto de 2022

Copom anuncia novo aumento de Selic em busca de estabilidade futura

04:41:00
O Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou, nesta quarta-feira, aumento de 0,5 ponto percentual da Selic, para 13,75%, com o objetivo de reduzir o avanço da inflação. Foi a décima-segunda alta consecutiva da taxa básica de juros.

Diretamente atrelado aos rumos da economia do país, o mercado imobiliário tende a ser, novamente, impactado por financiamentos mais restritivos e com juros maiores, que levam parte das pessoas a postergar a compra de uma casa ou de um apartamento e a optar pelo aluguel neste momento.

O custo efetivo total (CET) do financiamento imobiliário aumenta 1 ponto percentual a cada 2,3 pontos percentuais de alta da Selic, considerando-se a busca de 80% de crédito para a compra de unidade de dois dormitórios com valor de R$ 250 mil, segundo cálculos da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Na prática, 4 milhões de famílias deixaram de ter renda qualificada para acessar o financiamento habitacional com os 11 pontos percentuais de aumento gradual da Selic de 2% para 13%.

O cenário mais desafiador para a aquisição da casa própria maior sonho de consumo de boa parte da população não é exclusivo do Brasil.

Nos Estados Unidos maior economia do mundo o mercado habitacional também tem sentido os efeitos, nas prestações, de juros mais elevados em decorrência dos aumentos anunciados pelo Federal Reserve (FED).

Na semana passada, o FED anunciou incremento de 0,75 ponto percentual, na taxa básica de juros do país, para a faixa de 2,25% a 2,5%.

Quando se soma o impacto de taxas maiores com preços de moradias em alta, fica claro que está muito mais difícil para o americano médio comprar um imóvel.

A isso se acrescenta a queda de 0,9% do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos, no segundo semestre, após a retração de 1,6% de janeiro a março.

Após a divulgação do PIB, o presidente americano, Joe Biden, disse não ver como surpresa a desaceleração da economia do país enquanto o FED age para tentar reduzir a inflação.

Nem a Europa escapou de ter de anunciar medidas mais restritivas para tentar conter a inflação. No último dia 21, o Banco Central Europeu (BCE) fez o primeiro aumento de juros, em 11 anos, na zona do euro.

Ou seja: também no velho mundo, onde vários países, como Portugal, vivem momento de alta de preços dos imóveis residenciais, o anúncio de ajuste da taxa tende a afetar os financiamentos para a compra de moradias.

Um dos efeitos das subidas de juros dos Estados Unidos e da Europa é que essas regiões têm atraído parte dos recursos de investidores internacionais que estavam aportados em países emergentes, como o Brasil.

O novo aumento anunciado pelo Copom torna o país interessante, de novo, para o capital de curto prazo, que busca retornos mais elevados.

Caso os esforços para diminuir o ritmo inflacionário buscados pelo Banco Central surtam efeito, a pressão de custos de produção de moradias tende a cair, contribuindo para que as incorporadoras interrompam as altas de preços dos imóveis.

Isso tende a estimular a liquidez das vendas de unidades habitacionais.

Se alcançada, a desaceleração da inflação ajudará a tornar o cenário macroeconômico do país mais atraente, outra vez, também para o capital de investidores com perfil de longo prazo.

Para o potencial comprador de um imóvel, a perspectiva de um ambiente previsível, quando vislumbrada, será favorável à tomada da decisão de adquirir uma unidade para moradia, considerando-se o endividamento de longo prazo que costuma ser atrelado à compra do bem mais caro da vida.

Do lado de quem produz, a estabilidade facilita bastante a definição de investimentos em novos terrenos, projetos e obras.

Na prática, a elevação dos juros torna o cenário mais desafiador, no curto prazo, mas pode contribuir para que o setor imobiliário tenha um crescimento sustentável no médio e longo prazos.

A experiência dos fundadores da UBlink de décadas de atuação no mercado imobiliário mostra que momentos do ciclo mais difíceis para a venda de imóveis beneficiam a busca por locação e vice-versa.

Mas, para quem conta com o suporte de uma empresa criada por profissionais que já viveram todo o tipo de oscilações do mercado imobiliário, boas oportunidades podem ser encontradas mesmo em fases menos favoráveis à aquisição ou ao aluguel.


Fonte: Capital Econômico | Agosto 2022.

terça-feira, 21 de junho de 2022

Mercado imobiliário diversifica oferta de empreendimentos voltados ao público acima de 60 anos

04:29:00

À medida que a população mundial envelhece e a expectativa de vida aumenta, diversos segmentos, incluído o mercado imobiliário se movimentam para atender às demandas de quem tem mais de 60 anos. Um dos desafios que ainda precisam ser equacionados, no entanto, é que essa população é diversa e possui diferentes desejos e necessidades, de acordo com a fase da vida.

Outro aspecto importante da terceira idade hoje é o da autonomia: ao contrário do que prega o senso comum, são poucas as pessoas mais velhas que dependem de cuidados de terceiros.

Nos Estados Unidos, por exemplo, somente 4% das pessoas com mais de 65 anos estão em ILPIs (Instituições de Longa Permanência para Idosos), de acordo com o Censo Populacional do governo americano. Dessas, 10% têm mais de 85 anos e mais da metade dá conta de suas atividades do dia a dia com autonomia.

Apesar das estatísticas, a ideia da velhice ainda assombra muita gente. Uma pesquisa feita em 2015 pelo Instituto Qualibest por encomenda da Pfizer constatou que 90% da população brasileira tem medo de envelhecer, sendo que 77% disseram temer as complicações de saúde e 72% se preocupam com possíveis limitações físicas.

Entre os mais velhos, a angústia é outra. Em 2017, um levantamento da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia seccional São Paulo (SBGG/SP) feito em parceria com a Bayer mostrou que a maior preocupação do idoso é acabar sozinho.

De olho nessas questões e com o intuito de quebrar tabus e mudar a cultura do envelhecimento, especialistas e empreendedores do mercado imobiliário estão transformando o conceito de moradia na terceira idade ao trazer a qualidade de vida e o senso de comunidade para o centro do debate. 

Velhice ativa e em comunidade

“Arquitetura para a longevidade é diferente de acessibilidade”, afirma a arquiteta e urbanista Lilian Lubochinski, que apresentou o tema no Congresso da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia já em 1988. “Acessibilidade é norma universal, inclui todas as diversidades e fases da vida, deveria estar em todos os lugares. Já a arquitetura para a velhice é construir arranjos espaciais que favorecem esse período da vida”, explica.

Segundo a especialista, hoje com 73 anos, a cultura hegemônica vê a velhice como um fantasma, fechando o idoso em um aposento daí o termo “aposentado” e essa é uma das causas da questão epidêmica da solidão. “A pessoa se aposenta e às vezes se separa, se isola. Aí adoece e morre”, observa.

 

“Meu público se constitui 90% de mulheres preocupadas com o desenho que querem para essa fase da vida. E isso envolve não o isolamento, mas companheirismo, amizade e atividade. Já tem soluções arquitetônicas aparecendo, entendendo que esse é um dos males da sociedade industrial.”

 

A arquiteta está começando a desenhar os primeiros projetos de co-lares (do inglês cohousing) do Brasil e fala que a vulnerabilidade inerente à velhice pode ser substancialmente reduzida com o resgate da ideia de comunidades como vilarejos, quilombos e aldeias de povos originários. 


“A proposta acaba equacionando a questão do adoecimento mental porque as pessoas ficam ativas socialmente e na governança do lugar. Tem uma quebra brutal nos indicadores de demência”, explica.

 

“No cohousing colaborativo, as estruturas são mais favorecedoras da convivência. É uma vizinhança que se conhece e se reconhece, existe um vínculo de confiança. O grande desafio é criar serviços públicos e sociais que favoreçam essa convivência, com diferentes tipologias para atender à diversidade das demandas.” 

 

Foco em serviços para os 60+

Segundo Milton Fontoura, CEO do Grupo de Estudos Urbanos (GEU), em 2030 o Brasil já terá mais velhos do que jovens e a quinta população mais idosa do mundo. Ele fala que essa realidade acarreta o desenvolvimento de novos produtos e soluções com foco na experiência, incluindo formas de moradia pensadas para integrar serviços. “O País já tem alguns empreendimentos em andamento com esse conceito em Curitiba, São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Porto de Galinhas, com serviços como alimentação saudável, atividades, terapia e atendimento médico”, destaca. “Mas a tendência é que novos complexos surjam ainda mais focados na experiência das pessoas acima de 60 anos, assim como acontece nos Estados Unidos.”

Fontoura afirma que há inclusive um estudo preliminar que estima que hoje o Brasil já tem potencial latente para cerca de 1 milhão de camas em senior livings distribuídas por 8 mil comunidades. “Isso indica a existência de um potencial pronto, bastando que os players e empreendedores comecem a distribuir essa oferta por mais cidades”, aponta, lembrando que os senior livings em diferentes formatos acabam se relacionando com o conceito de cidade de 15 minutos, que aproxima serviços essenciais e a oferta de mais qualidade de vida. “É o conceito do novo urbanismo, em que você vai morar, trabalhar e resolver as suas questões relativas a serviços, saúde, educação, lazer, socialização e diversão no mesmo lugar”, define. “Principalmente falando dos idosos independentes, eles não querem de jeito nenhum viver em comunidades isoladas e afastadas; querem estar presentes nas dinâmicas da sociedade e nos acontecimentos, com qualidade e conforto.”

O especialista diz também que estamos ainda atravessando um processo de transformação, mas que os dados são claros. “Um dos pilares mais importantes para a viabilidade desse conceito de negócio é como encontrar meios de disponibilizar comunidades de senior living para todos os segmentos sociais”, afirma. “Estamos ainda num momento incipiente do desenvolvimento desse produto, então evidentemente começa pelo topo da pirâmide, com preços mais restritivos. A questão é como criar produtos economicamente mais viáveis, de modo a atender a segmentos intermediários.” 
 
Complexo imobiliário com hospital  
Vendo o potencial do mercado prateado, o engenheiro e incorporador está desenvolvendo em Anápolis (GO) um projeto de complexo imobiliário de uso misto que não é voltado exclusivamente para o público sênior, mas que terá uma série de atributos direcionados aos 60+.

Batizado de Gran Life, o empreendimento extrapola as estruturas básicas de um prédio convencional, com área de lazer completa, para oferecer também um shopping com foco especial em serviços, inclusive os de saúde haverá um hospital de alta complexidade no local, com consultoria do Sírio Libanês. O projeto prevê ainda uma torre com salas comerciais voltadas para profissionais da área.

Marques destaca que a maior expectativa de vida trouxe ao público sênior uma nova visão de si mesmo e de sua atual fase como uma oportunidade para desfrutar da vida com muito mais consciência. “Trata-se de uma etapa de vida ativa em que os filhos já estão criados, a vida profissional já avançada ou concluída, e agora há tempo para desfrutar da vida e dos relacionamentos”, argumenta. “Por outro lado, sabem que não há tempo a perder com o que não soma, não acrescenta. Então entram em cena a praticidade, o conforto e a objetividade, princípios que aparecem também nos projetos imobiliários que desejam alcançar esse público.”  
 
Lofts para a terceira idade em bairro planejado  
No caso da Plano Urbano, o projeto é implantar um condomínio exclusivo para idosos no bairro planejado Reserva do Vale, a 30 quilômetros de Brasília (DF). A área, que deve receber uma população total de 20 mil pessoas, vai ter condomínios horizontais, parques, áreas comerciais e espaços de conexão e integração como hub de esportes, saúde e educação.

O projeto voltado à terceira idade terá 50 mil metros quadrados e 250 lofts de alto padrão, com uma ou duas suítes, exclusivamente para locação. “Todo o projeto visa manter a autonomia, mobilidade, conforto e segurança, além de cuidados médicos preventivos 24 horas dos moradores”, salienta Marcos Franco, diretor de engenharia da incorporadora.

Além de oferecer monitoramento 24 horas de todos os sinais vitais dos moradores, o condomínio vai contar com enfermaria, nutricionista e sessões de fisioterapia.

Complementam o menu de serviços elementos de praticidade e bem-estar, como governança diária, restaurante, academia de ginástica, clube completo com piscinas térmicas, salão de jogos com carteado e mesas de sinuca, quadras de tênis, centro de recreação com animadores e programação diária de entretenimento, pista de cooper e ciclovia, cinema, centro “relax” com spa e massagem e aulas de yoga, tai-chi-chuan e dança de salão, entre outros.

Fonte: Estadão | Junho 2022

quinta-feira, 9 de junho de 2022

Governo aumenta incentivo do programa Casa Verde e Amarela

10:31:00
  Vida Nova Sobrado - Nossa Senhora do Socorro/ SE

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) informou nesta quarta, 01, que prepara um pacote de medidas para melhorar as condições do programa Casa Verde e Amarela (CVA). A pasta anunciou acréscimo de 12,5% a 21,4% no subsídio médio a partir de junho, com validade até 31 de dezembro. O ajuste vai depender da renda familiar, da região e da população do município.


Muitas incorporadoras desistiram de lançar projetos voltados ao programa (substituto do Minha Casa Minha Vida) por causa da disparada dos custos de construção, o que significa um baque para o setor da construção e para a economia uma perda sensível em ano eleitoral.


Em nota, o ministério informou que, além dos subsídios imediatos estuda ajustes nas condições de financiamento. É o caso da ampliação do limite de renda das famílias do grupo 2 dos atuais R$ 4 mil para R$ 4,4 mil, e do grupo 3, de R$ 7 mil para R$ 7,7 mil.

As medidas permitiriam o enquadramento de mais pessoas no programa. A pasta informou que também avalia estabelecer carência de seis meses para o início do pagamento, além de ampliar o prazo de 30 para 35 anos.

O MDR esclareceu que não será necessário aval do conselho curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que é a fonte de recursos do programa habitacional. A pasta informou que tem competência para regulamentar as aplicações dos recursos.

Conforme mostrou reportagem do Estadão/Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, na semana passada, as contratações de projetos do Casa Verde e Amarela caíram pela metade nos primeiros quatro meses do ano. Foram contratadas 68,8 mil unidades entre janeiro e abril, 51% menos do que as 140,5 mil do mesmo período de 2021.

Fonte: Exame | Junho 2022

segunda-feira, 6 de junho de 2022

Mercado imobiliário acompanha tendência da mobilidade elétrica

10:56:00
Bicicletas, patinetes, motos e carros elétricos circulando pelas ruas é uma cena cada vez mais comum em cidades brasileiras. O interesse pelos transportes movidos à eletricidade vem aumentando nos últimos anos, influenciado por fatores como o isolamento social devido à pandemia e às constantes altas no preço dos combustíveis, além da maior preocupação dos cidadãos em reduzir os impactos negativos no meio ambiente.


 
A mobilidade elétrica se tornou uma alternativa para economizar e reduzir a emissão de poluentes na atmosfera e o setor imobiliário está de olho nessas transformações sociais e no comportamento do consumidor. Em Sorocaba, já existem empreendimentos que acompanham a tendência da eletromobilidade, oferecendo espaços pensados exclusivamente para atender quem tem um desses equipamentos e incentivar o uso dos transportes mais sustentáveis.

Um condomínio de apartamentos, localizado no Parque dos Ingleses, é um dos empreendimentos que entregará esse diferencial aos seus moradores. Em fase de obras, além de oferecer um complexo de lazer com mais de 20 itens, o projeto contempla o carregador para carro elétrico, patinete e bike na área comum do condomínio. 

“Nossa construtora, que atua no mercado imobiliário há 18 anos, está sempre estudando o comportamento dos consumidores para lançar empreendimentos que estejam alinhados às necessidades futuras das pessoas, trazendo praticidade ao dia a dia. A mobilidade elétrica é uma tendência que não pode ser ignorada, tanto do aspecto da economia quanto da sustentabilidade”, explica Vanessa Domingues, gerente de marketing da construtora.
 
Outro empreendimento, recém-lançado no Parque Campolim, foi projetado para atender aos adeptos da eletromobilidade. O condomínio de apartamentos de alto padrão contará com estações onde os moradores poderão recarregar seus carros, bicicletas e patinetes elétricos. 

“Com um espaço próprio para a recarga no condomínio, o morador tem mais conforto e segurança, pois é uma infraestrutura preparada para isso, evitando danos para o prédio, os equipamentos e, principalmente, para o usuário. Além disso, os carregadores têm controle de acesso, entrando em funcionamento mediante à identificação do morador”, explica Vanessa.
 
Segundo a gerente de marketing, o mercado imobiliário está atendendo a um público cada vez mais exigente, que demanda soluções práticas e inovadoras que acompanhem as demandas atuais e futuras. 

“As pessoas estão preferindo morar perto de tudo, evitando grandes deslocamentos, trânsito e gastos com combustíveis. Por isso, além dos transportes elétricos, a localização do condomínio é um fator muito importante para o comprador. Nossos empreendimentos são completos, sempre próximos a comércios e serviços essenciais e alguns oferecem soluções facilitadoras, como minimercado e coworking dentro do próprio empreendimento”, finaliza.
 
Eletromobilidade em alta
A Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) tem expectativa para mais um ano positivo para a eletromobilidade no Brasil. Só no primeiro quadrimestre de 2022, mais de 12,9 mil veículos eletrificados leves foram comercializados, um crescimento de 78% em relação ao mesmo período do ano passado. O cenário atual apresenta um contraste: enquanto os eletrificados estão em alta, os veículos convencionais vêm apresentando queda desde 2019.

O setor das bicicletas elétricas é outro que tem motivos para comemorar. Segundo a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike), mais de 40 mil unidades foram comercializadas no Brasil em 2021, um aumento de 27,3% em comparação ao ano anterior. Para 2022, é projetado um crescimento de, pelo menos, 22%.

As motocicletas elétricas também estão em alta. Elas registraram aumento de 17% na intenção de compra no marketplace de veículos do Mercado Livre. De acordo com um levantamento da plataforma, o índice saltou de 4% em maio de 2020 para 21% no mesmo período de 2021.o minimercado e coworking dentro do próprio empreendimento”, finaliza.

Fonte: G1 | Junho 2022

segunda-feira, 9 de maio de 2022

Caixa anuncia linha de crédito para construção de imóveis comerciais

11:05:00
Caixa anunciou, na última quinta-feira (28), uma série de medidas voltadas para empresas. Dentre elas, está a abertura de uma linha de crédito para imóveis comerciais, que será oficializada no dia 2 de maio.
O financiamento será destinado a empresas que quiserem adquirir, construir ou reformar suas propriedades, com taxas a partir de TR + 3,15% ao ano, somadas à remuneração da poupança. Segundo o presidente do banco, Pedro Guimarães, o prazo para o pagamento dessa linha de crédito será de 180 meses.

Batizada de Novo Plano Empresário Caixa (PEC), a iniciativa inclui redução de metade dos documentos exigidos nas contratações, para acelerar o processo de contratação; agilidade na liberação das parcelas; simplificação da comprovação da comercialização das unidades e dos recebíveis imobiliários; aumento do percentual máximo de permuta do terreno de 20% para 35% e simplificação dos processos pós-contratação.

A Caixa prorrogou, ainda, todas as medidas de apoio às empresas que foram adotadas em 2020 e 2021, devido à pandemia. O novo prazo para a antecipação de recursos para novos empreendimentos, prazo de carência para início das obras e possibilidade de prorrogação de cronograma foi estendido até dezembro deste ano.

A instituição também fará alterações na modalidade Apoio à Produção linha de crédito para financiamento à produção de empreendimentos habitacionais, comerciais e mistos, com financiamento direto às Construtoras ou Incorporadoras ou Sociedades de Propósitos Específicos e financiamento para comercialização das unidades.

A partir do dia 2 de maio, o financiamento passará a contemplar empreendimentos com doação de terreno por entes públicos, que poderá ser realizada por meio de Concessão de Direito Real de Uso (CDRU) o que permite maior produção imobiliária por meio de parcerias com Estados e Municípios.

Para finalizar as atualizações em processos relacionados à pessoa jurídica, a divulgação citou a prorrogação da taxa promocional de contratações da modalidade Poupança Caixa, com recursos das Cadernetas de Poupança. Até 30 de junho, a taxa permanecerá reduzida a 3% ao ano, somada à remuneração da poupança (queda é de 0,32 ponto percentual).

Quanto aos processos de pessoas físicas, com recursos da Poupança, os clientes agora contarão com período de carência de até 6 meses no financiamento de imóveis novos e usados. O novo prazo é válido em três opções de linhas de financiamento imobiliário do banco: TR, Poupança Caixa e Taxa Fixa.
 
Fonte: Aecweb | Abril 2022

Sobre a

IMMOBILE Arquitetura

Ela foi idealizada em 2008 pelo arquiteto e urbanista Expedito Junior, com o objetivo de criar e implementar projetos de alta performance e profundidade técnica, executados para atingir os melhores índices de rentabilidade de acordo com a individualidade de cada empreendimento e negócio. Constituída por uma equipe de profissionais que possuem diferentes visões de mercado, procuramos manter um relacionamento estreito com os investidores, construtores e principalmente possibilitando a maior eficiência e agilidade nos processos de criação, regularização e entrega.




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