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terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Boas condições para comprar imóveis devem continuar em 2021

04:04:00
Especialistas apontam que, como já aconteceu em 2020, o ano de 2021 será bom para investir no mercado imobiliário. Seja para realizar o sonho da casa própria, seja para comprar imóveis como investimento, analistas e representantes do setor afirmam que, com baixas taxas de juros e boas opções de financiamento, o cenário deve continuar positivo para empresas e consumidores. 
Fonte: Freepik

Estudo da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF) aponta que o mercado imobiliário apresentou, em 2020, “a combinação virtuosa do ambiente econômico, com a taxa de juro básico da economia (Selic) no seu menor patamar histórico, com estímulos adotados por instituições financeiras que reduziram os juros e aumentaram o limite para financiamento imobiliário em meio à pandemia”.

O documento mostra que, em outubro de 2020, o Índice de Velocidade de Vendas (IVV), que mede a rapidez com que os imóveis são comercializados, cresceu 46% em relação ao mesmo mês de 2019. Entre janeiro e outubro de 2020, foram acumulados 31 lançamentos, cujo valor superou o de todo o ano de 2019, alcançando R$ 2,3 bilhões. No mesmo período, o valor total das vendas chegou a R$ 1,7 bilhão, mais que em todo o ano de 2019. Os dados de novembro e dezembro serão conhecidos ainda neste mês de janeiro.

De acordo com representantes do setor, o aquecimento do mercado é resultado da diminuição da taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 2% ao ano, o menor nível da história. “Com isso, estamos tendo um crescimento muito grande nos financiamentos ao setor”, observa o presidente do Sindicato de Habitação do Distrito Federal (Secovi-DF), Ovídio Maia.

Para o presidente da Ademi-DF, Eduardo Aroeira, as condições favoráveis para compra de imóvel devem permanecer em 2021. Segundo ele, em 2019, os juros dos financiamentos estavam em cerca de 12% ao ano, mas, atualmente, é possível encontrar taxas de 6,12% anuais, uma diferença significativa, que permite reduzir as prestações para níveis que cabem no bolso de um número maior de consumidores. Além disso, os prazos de pagamento das prestações se alongaram, chegando a 35 anos.

Responsável por realizar pesquisas imobiliárias em mais de 500 cidades do país, Fábio Tadeu Araújo, economista e sócio-diretor da Brain Inteligência Estratégica, acredita que 2021 será “o melhor ano de vendas para o mercado imobiliário, tanto de imóveis novos, quanto de usados”. “O ano de 2019 foi o melhor desde 2014, em termos de vendas, e, em 2020, o crescimento deve ter ultrapassado a casa dos dois dígitos. Isso também é esperado para 2021, com alta acima de 10% nas vendas de imóveis no Brasil”, avalia.

Fábio afirma que, em 2020, houve crescimento de vendas tanto de imóveis novos quanto usados. “Não existem dados nacionais de vendas de imóveis usados. Mas, para os novos, o aumento de unidades vendidas até setembro foi de 8,4% e, em valor, de 12,5%. Isso significa que mais imóveis de alto padrão foram comercializados nesse período. As estimativas já apontavam para um crescimento acumulado de janeiro a outubro na ordem de 10% em unidades e de 16,5%, em valores”, afirma.

Pandemia afetou mercado
A pandemia da covid-19 também exerceu influência no mercado em 2020, segundo os especialistas. “A partir do momento em que as pessoas precisaram ficar em afastamento social, elas passaram a ficar muito mais tempo em casa. Isso fez com que elas tomassem consciência do quanto uma boa residência é importante para a qualidade de vida. Então, acreditamos que uma parte do crescimento do mercado imobiliário também se dá por esse motivo”, afirma Eduardo Aroeira, da Ademi-DF.

Dicas para uma boa compra
Para quem pretende comprar um imóvel em 2021, a dica de Ovídio Maia, do Secovi-DF, é ter um bom planejamento financeiro para não correr risco de comprometer o investimento. “Planejamento é a palavra-chave. As pessoas têm que investir dentro da sua capacidade de pagamento. Se não pode comprar à vista, faça um financiamento que comprometa, no máximo, 25% da sua renda líquida”, diz.

Segundo Eduardo Aroeira, também é importante verificar a documentação do imóvel, além de investigar o histórico da construtora. Eduardo lembra que, independentemente da situação do mercado, a compra de um imóvel é sempre uma decisão muito importante, que requer cuidados. “A gente recomenda que, primeiro, se verifique a documentação do imóvel. Todo empreendimento precisa estar registrado em cartório, o que a gente chama de memorial de incorporação. É a garantia que o cliente tem de que vai receber o que comprou. É muito importante também que as pessoas investiguem a história da empresa: há quanto tempo está no mercado, qual é a relação com os clientes etc.”

Pesquisar muito é a dica de Fábio Tadeu Araújo, da Brain Inteligência Estratégica. Segundo ele, a pesquisa traz segurança para realizar a compra e é possível fazer tours virtuais para colher mais informações do imóvel e da região. Além disso, o economista lembra que é importante definir as prioridades, como a localização, tamanho ou área de lazer. “Isso traz uma maior segurança na tomada de decisão, pois é pouco provável que o consumidor consiga reunir todas as vontades aliadas ao melhor preço”, afirma. 

Fonte: Correio Braziliense | Janeiro 2021

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

O que esperar do mercado imobiliário em 2021?

10:50:00
É comum que no final do ano as empresas de todos os setores façam um balanço do que passou e olhem para frente, em busca de tendências e novidades. Indo por esse caminho, é importante observar que passamos por um ano difícil e que chegamos mais fortes e preparados para 2021. Com o setor imobiliário não seria diferente: enfrentamos a crise, causada pela pandemia, e saímos dela melhor do que entramos. O poder de reinvenção do mercado de imóveis mostrou sua força mais uma vez. Mas, o que esperar desses próximos 12 meses? Na minha visão teremos mais lançamentos, vendas e claro oportunidades para quem deseja comprar ou investir em imóveis. 




De acordo com dados da Abrainc (Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias), divulgados em outubro de 2020, 97% das 38 maiores empresas do ramo pretendem lançar empreendimentos no próximo ano. E as boas notícias não param por aí. O mesmo levantamento apontou que 87% das organizações consultadas acreditam que as vendas devem aumentar em 2021. A solidez do mercado imobiliário deve continuar atraindo investidores.

Por isso, para 2021, as expectativas do mercado imobiliário são positivas. Com a diminuição da taxa Selic para 2%, é esperado que mais pessoas consigam realizar o sonho do apartamento próprio. Além dos consumidores finais, aqueles que costumavam investir em renda variável e, tomaram alguns sustos ao longo do ano, também se beneficiaram da diminuição da taxa básica de juros e poderão adquirir mais de um imóvel para geração de renda fixa.

Outro importante fator que colabora com essa previsão otimista do mercado, é a busca por imóveis com áreas úteis maiores, que permitam a criação de ambientes de lazer e home office. Para muitas empresas, o trabalho remoto é uma tendência que veio para ficar e, por isso, os compradores pesquisam empreendimentos arejados e plantas maiores, que possam receber as adaptações que a pandemia exigiu, como por exemplo, espaços para estudar e trabalhar.

E não podemos nos esquecer das lições que aprendemos este ano e que devem permanecer porque fizeram a diferença no mercado imobiliário. Uma delas é o crescimento dos anúncios online, tendo em vista que parte da população economicamente ativa estava trabalhando em casa. Foi uma importante mudança para empresas do segmento de imóveis, uma vez que propagandas físicas, panfletos e visitas presenciais foram paralisadas durante boa parte de 2020.

Também precisamos falar sobre a inovação digital. A forte incorporação da tecnologia nos processos de conhecer, considerar e comprar um imóvel também marcaram presença nessa reinvenção. Muitos empreendimentos passaram a oferecer para os clientes a possibilidade de apresentar o apartamento por meio do Tour Virtual 3D, feito com tecnologia de última geração. Dessa forma, é possível apresentar todos os diferenciais do imóvel, como se o comprador estivesse lá. Outros serviços como a possibilidade de agendar visitas virtuais e realizar trâmites de cartório, 100% online, também se destacaram no período.

Essas soluções tecnológicas reforçam a possibilidade de atender múltiplos públicos. Quem não pode visitar muitos imóveis devido à rotina corrida, por exemplo, pode pré-selecionar os empreendimentos que mais gostar, por meio de experiências virtuais, e só depois, conhecer presencialmente os preferidos. É, definitivamente, um ganho para todas as partes: para as construtoras, incorporadoras e imobiliárias, que podem anunciar seus produtos com mais detalhes e recursos, e para os consumidores, que otimizam o tempo, e adquirem uma experiência excelente em poucos minutos e cliques. 

O mercado imobiliário sempre renasce e faz a roda econômica do país girar. Não podemos nos esquecer que estávamos saindo da última crise econômica, quando muitas pessoas adiaram a compra do imóvel, e caímos em um ano bastante complicado com a chegada do coronavírus. No entanto, em meio ao caos, o mercado se reinventa, inova em soluções tecnológicas e cria oportunidades, fechando 2020 em alta.

Fonte: ADEMI GO - Alex Frachetta | Dezembro 2020

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Financiamento Imobiliário Segue Aquecido com Selic Baixa

05:41:00

A queda nos juros no Brasil teve uma resposta clara no crédito imobiliário. Além de se mostrar resistente e ter uma recuperação após o choque da pandemia, o volume de imóveis financiados ultrapassa o nível dos anos anteriores. 

Os dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) mostram que o crédito imobiliário para pessoas físicas aumentou 44% de janeiro a agosto deste ano, chegando a R$ 51,3 bilhões.

Fonte: Freepik

Outro fator que movimenta o mercado imobiliário são os compradores com perfil de investidor. Com a Selic baixa, os investimentos de renda fixa estão menos atrativos, tornando a alternativa de comprar imóveis e ganhar dinheiro com o aluguel mais interessante. Se comparada à rentabilidade da renda fixa, por exemplo, a ideia pode ser bem vantajosa.

A CrediPronto com o Banco Itaú, também sentiu uma movimentação positiva mesmo com a pandemia e isolamento social. Felipe Neira, Gerente de Treinamento e Desenvolvimento da CrediPronto, explica que a empresa estava preparada para o novo contexto de trabalho remoto e atendimento ao cliente. 

“Um dos nossos diferenciais era o atendimento de qualidade mesmo à distância. O que a pandemia fez foi acelerar ainda mais essa característica”.

Os clientes também se adaptaram à nova realidade dos atendimentos por videochamada, e os resultados demonstram que a facilidade pode ter vindo para ficar. No mês de setembro, a empresa obteve um excelente índice no NPS (Net Promoter Score), métrica que mede o grau de satisfação do cliente com a empresa.
“Ficamos muito felizes porque a nossa meta é manter um ótimo NPS, que mostra se tudo está dando certo e se a estratégia está no caminho. O que nós priorizamos é o atendimento de qualidade, uma experiência completa e com agilidade.”

Queda na Selic e o aumento no volume de financiamentos
Um reflexo da taxa básica de juros no menor patamar histórico é tornar a compra do imóvel com financiamento acessível a mais famílias. Com a Selic a 2% ao ano, a taxa de juros do financiamento imobiliário também atingiu sua mínima histórica. 


Um estudo da Abrainc (Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias) aponta que a cada ponto percentual de redução nos juros de financiamento, pelo menos 2,8 milhões de famílias passam a ter condições de contratar o crédito. 


O cálculo considera as famílias elegíveis ao financiamento imobiliário ao reduzir o custo total da operação e o valor da parcela inicial.

“Quando abaixa a taxa de juros, o cliente precisa comprovar menos recursos para ter o crédito aprovado. Se antes ele precisava de R$10 mil reais para pedir R$350 mil de financiamento, hoje ele precisa comprovar R$8,5 ou R$9 mil”.
 

E para quem já tinha os recursos para a compra, a queda nos juros dos bancos aumentou o poder de compra. Agora cabem no bolso as parcelas de imóveis maiores e mais caros. 


Alguns recursos disponíveis online, como a calculadora de potencial de compra e o simulador de financiamento, podem te ajudar a avaliar alternativas e fazer uma escolha inteligente. 

 

A escolha entre financiar um imóvel ou morar de aluguel
Para muitos, a opção de morar de aluguel era considerada mais vantajosa em comparação a contrair uma dívida para comprar um imóvel de fato. 


Entretanto, o cenário sofreu uma mudança com a pandemia. Os juros de financiamento nunca foram tão baixos e a inflação medida pelo IGP-M, que reajusta os contratos de aluguel, chegou ao maior patamar acumulado dos últimos 17 anos. 


É claro, a escolha por alugar um imóvel ou comprar com financiamento imobiliário não pode ser tomada considerando apenas um fator. A escolha depende de cada família e de seus objetivos, mas não há dúvidas que o financiamento permite que ela realize o sonho com mais tranquilidade. 


Com as condições atuais, o cliente tem condições de pagar parcelas até menores do que o valor do aluguel do mesmo imóvel, e ainda com a vantagem de estar aumentando o seu patrimônio. 


Outro fator a considerar é o potencial de valorização do imóvel ao longo do tempo. Se ele superar a rentabilidade das aplicações do mercado financeiro, comprar torna-se ainda mais interessante. 


Em caso de dúvidas de qual opção é a melhor para você, simule o valor das prestações do financiamento e compare com o que gastaria pagando o aluguel.

Compradores preferem o financiamento imobiliário ao invés do pagamento à vista
Se antes os compradores davam prioridade para quitar o imóvel à vista, alguns já estão preferindo deixar o dinheiro guardado para emergências e optando pelo financiamento. 

“A pessoa tem a oportunidade de não se descapitalizar, porque uma vez que ela compra o imóvel à vista e precisa reaver o dinheiro, talvez demore um tempo”, comenta Felipe.
 

Na grande maioria dos casos, o cliente faz o prazo máximo de financiamento, mas sempre pode entrar com recursos próprios para quitar antes do planejado. Em muitos casos, a quitação acontece em menos de 10 anos.

Com os processos mais estruturados e menos burocráticos, o comportamento dos consumidores também mudou. Se o cliente compra e depois de alguns anos vê uma oportunidade melhor, ele vende e pode comprar outro.

Fonte: Lopes | Dezembro 2020

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Senado aprova criação do programa habitacional Casa Verde e Amarela

11:40:00
O Senado aprovou nesta terça-feira (8) a medida provisória que cria o programa habitacional Casa Verde e Amarela, concebido pelo governo Jair Bolsonaro para substituir o Minha Casa, Minha Vida.
A medida provisória foi editada em agosto, quando entrou em vigor. Contudo, precisava ser aprovada pelo Congresso até fevereiro de 2021 para não perder a validade.
Como houve modificações durante a tramitação, o texto segue agora para a sanção do presidente Jair Bolsonaro, que pode vetar ou confirmar as mudanças feitas pelos parlamentares. O programa passa a dividir o público-alvo em três grupos e, além de financiamento de imóveis, prevê outras ações, como reforma para melhorias da moradia e regularização fundiária. O foco são as famílias com renda média mensal de até R$ 7 mil, mas haverá incentivos maiores para as regiões Norte e Nordeste.
“A MP não extingue os modelos de financiamentos delineados no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida. Com a vigência do novo programa, será possível a continuidade da concessão dos financiamentos, de subsídios, além da utilização de outras ferramentas tanto para a aquisição de moradias quanto para a melhoria das condições das habitações”, afirmou o relator da MP na Câmara, deputado Isnaldo Bulhões Jr (MDB-AL). Ademais, está prevista a continuidade dos contratos e das operações já iniciadas sob a vigência do PMCMV, mantendo-se as regras do programa até o seu término”, completou o parlamentar de Alagoas.
Quando lançou o programa, em agosto, o governo disse que a meta era atender até 1,6 milhão de famílias de baixa renda até 2024.

A proposta
O programa Casa Verde e Amarela prevê atender a famílias com renda mensal de até R$ 7 mil, em três grupos, o que foi definido em outubro por meio de uma portaria do governo:
  • Grupo 1: famílias com renda de até R$ 2 mil mensais (no caso das regiões Norte e Nordeste, até R$ 2,6 mil);
  • Grupo 2: famílias com renda entre R$ 2 mil e R$ 4 mil mensais;
  • Grupo 3: famílias com renda entre R$ 4 mil e R$ 7 mil mensais.

Para a área rural: famílias com renda anual de até R$ 84 mil (desconsiderando benefícios temporários indenizatórios, assistenciais e previdenciários).

Segundo a proposta, alguns pontos do programa, como a definição das faixas de renda e os juros do financiamento, além dos critérios de seleção e hierarquização dos beneficiários, serão definidos por regulamentação do Executivo.

Taxas de juros
A menor taxa do Minha Casa Minha Vida era de 5%, para os beneficiários com renda até R$ 2,6 mil mensais. Pela proposta, os juros passam a variar de 4,25% a 8,16%, dependendo da faixa de renda, da região do país e se o beneficiário é cotista do FGTS.

Compare:
Minha Casa Minha Vida:
  • Faixa 1: Não tem juros. As prestações mensais variam de R$ 80,00 a R$ 270,00, conforme a renda bruta familiar;
  • Faixa 1,5: Taxa de juros 5% (não cotista do FGTS) e 4,5% (cotista do FGTS);
  • Faixa 2: Taxa de juros de 5,5% a 7% (não cotista) e de 5% a 6,5% (cotista);
  • Faixa 3: Taxa de juros de 8,16% (não cotista) e 7,66% (cotista).

Casa Verde e Amarela (Sudeste e Centro Oeste)
  • Grupo 1: Taxa de juros de 5% a 5,25% (não cotista do FGTS) e de 4,5% a 4,75% (cotista do FGTS);
  • Grupo 2: Taxa de juros de 5,5% a 7% (não cotista) e de 5% a 6,5% (cotista);
  • Grupo 3: Taxa de juros de 8,16% (não cotista) e de 7,66% (cotista).
 
Casa Verde e Amarela (Norte e Nordeste)
  • Grupo 1: Taxa de juros de 4,75% a 5% (não cotista do FGTS) e de 4,25% a 4,5% (cotista do FGTS);
  • Grupo 2: Taxa de juros de 5,25% a 7% (não cotista) e de 4,75% a 6,5% (cotista);
  • Grupo 3: Taxa de juros de 8,16% (não cotista) e de 7,66% (cotista).

Segundo o Ministério do Desenvolvimento Regional, as regiões Norte e Nordeste têm historicamente baixos índices de contratação de financiamento habitacional e, nos últimos cinco anos, 23% e 78% dos recursos disponibilizados, respectivamente, no Nordeste e no Norte não foram utilizados por falta de demanda.

Pelo texto, estados e municípios poderão complementar o valor das operações do programa com incentivos e benefícios financeiros, tributários e creditícios. No entanto, a proposta condiciona a participação na Casa Verde e Amarela à aprovação de leis próprias.

A proposta também prevê que a União poderá destinar bens imóveis para uso em políticas habitacionais. Por meio de licitação, a concessão do imóvel poderá ser cedida a entes privados mediante contrapartidas.

Novas operações
Apesar de não acabar com o atual programa, a MP define que, a partir de agosto, todas as novas operações com benefício habitacional geridas pelo governo federal devem ser firmadas com base no novo modelo.
Segundo o governo, o programa deve “corrigir erros do passado com o aprimoramento dos programas habitacionais existentes”.
Para parlamentares da oposição na Câmara, contudo, a proposta piora o modelo já existente. A principal crítica é que o novo programa exclui as condições especiais para famílias de renda mensal inferior a R$ 1,8 mil, com prestações mensais de R$ 80 a R$ 270, previstas no Minha Casa Minha Vida. 

No parecer apresentado pelo relator, deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL), contudo, as regras já firmadas nos contratos estabelecidos com base na lei do Minha Casa Minha Vida devem ser mantidas até o término. 

Bolsonaro tem reestruturado e mudado os nomes de programas que se tornaram marcas das gestões anteriores. 

Em 2019, o governo lançou o Médicos pelo Brasil a fim de substituir o Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff. Em outra frente, o governo quer criar um novo programa de transferência de renda em substituição ao Bolsa Família.

Contrato em nome da mulher
Assim como no Minha Casa Minha Vida, o projeto determina que os contratos sejam formalizados, preferencialmente, no nome da mulher da família. 

Em caso de separação ou divórcio, o título do imóvel deve ser transferido à mulher, independentemente do regime de bens, com exceção das operações de financiamento habitacional firmadas com recursos do FGTS. 

Caso a mulher seja a chefe familiar, a assinatura pode ser feita sem a necessidade de consenso do cônjuge. O texto prevê ainda que, se o casal tiver filhos e a guarda for exclusivamente do homem, o título da propriedade será registrado ou transferido a ele. 

Uma novidade é que Bulhões Jr. incluiu na proposta a possibilidade de reverter a titularidade para a mulher caso, futuramente, ela ganhe a guarda dos filhos.

Mudanças
Na Câmara, o relator acolheu duas sugestões de alteração no texto da MP. Uma das emendas estende ao novo programa um benefício tributário previsto para a construção de unidades habitacionais no Minha Casa Minha Vida. 

A outra mudança foi para estabelecer que as informações do cadastro nacional de mutuários do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) serão limitadas aos programas habitacionais oficiais subsidiados pelo poder público. 

O texto anterior previa que o cadastro seria alimentado com informações de todos os contratos habitacionais feitos pela pessoa, inclusive em instituições financeiras privadas. O texto aprovado também altera uma lei de 1979 que trata do loteamento de solos urbanos. As mudanças não estavam na MP enviada pelo governo. 

Uma das alterações amplia o rol de empreendedores que podem realizar o parcelamento de solo urbano, inclusive para pessoas jurídicas. Segundo o relator, a mudança foi feita com o objetivo de ampliar o acesso ao crédito por meio do programa, apesar de a regularização valer, também, para outros empreendimentos. 

Além disso, outro dispositivo na lei dobra o prazo de um cronograma de execução de obras, hoje previsto para quatro anos, que deve ser entregue como um dos documentos para o registro imobiliário do loteador. No Senado, o texto da Câmara foi mantido e aprovado sem modificações.
 
Fonte: G1 / Dezembro 2020

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

AS VANTAGENS DE CONDOMINÍOS DE CASAS OU APARTAMENTOS

05:16:00
A escolha de um bom imóvel para morar faz toda diferença no seu modo de viver, uma vez que a residência é para ser seu local de conforto e segurança. Para tanto, na hora de escolhê-lo, é importante considerar suas prioridades e desejos, e com isso filtrar as opções de acordo com a localização, quantidade de cômodos e estética que melhor combinam com o seu estilo de vida.

A rotina, as atividades cotidianas são responsáveis por grande parte do estresse diário e até do descuido com sua saúde física e mental. Então, alinhando isso com as tendências do momento, o mercado imobiliário oferece diversas possibilidades para atender aos perfis e realidades dos compradores. Sendo assim, os condomínios fechados tornam-se bastante atrativos pelos seus benefícios e praticidades que se enquadram nas necessidades contemporâneas.

Veja abaixo algumas destas vantagens: 



Segurança
Um dos maiores problemas da cidade é a falta de segurança, tanto para o imóvel e seus bens em si, quanto para a sua chegada e saída da propriedade. De modo geral, o mercado imobiliário tem investido cada vez mais em equipamentos e estrutura para proporcionar cada vez mais segurança nos empreendimentos fechados.

Os condomínios vêm implantando aos seus sistemas de segurança câmeras inteligentes com identificação facial, drones para monitoramento aéreo, trancas com biometria, aplicativos que agilizam a comunicação entre os moradores e funcionários, além dos modelos convencionais como cercas elétricas, câmeras de vigilância e portaria.

Comodidade
Os serviços de administração e manutenção das áreas comuns, oferecidos pelo condomínio também proporcionam tranquilidade para os moradores. O controle de acesso com monitoramento de câmeras e vigias, que além de ser um fator de segurança, contribui com a privacidade e comodidade. Você possui o controle de quem pode ir até o seu imóvel. Sem incômodos ou visitas inesperadas tendo acesso à sua casa ou apartamento.

Opções de Lazer
Durante um dia, muito tempo é gasto com o deslocamento de um ponto a outro da cidade para realizar as mais diversas atividades do dia-a-dia. Por isso as vezes não conseguimos encaixar um momento para descansar ou até mesmo cumprir aquela horinha de exercício diário.

Para tanto, os condomínios hoje contam com diversas opções de entretenimento individuais ou para família e amigos, sem que para isso precisem sequer sair da área interna da propriedade. Academia, piscinas, espaço gourmet, saunas, espaço para os pets, salão de festas e de jogos, espaços para contemplação, além de áreas comunitárias de serviços como hortas e lavanderias e etc. Toda essa variedade de opções de lazer sem sair de casa possibilita um melhor aproveitamento de tempo, por exemplo, para estabelecer laços de convívio entre vizinhos, usufruir de momentos com familiares e amigos e aproveitar aquele momento só seu de se exercitar ou para meditar num bom livro.

Condomínio de casas ou de apartamentos?
Espaço compacto ou amplo com diversos cômodos e áreas externas privativas? Modelo arquitetônico padronizado ou maior liberdade de projeto e reformas?

Se a escolha é um imóvel com espaços mais compactos, existem diversas opções de apartamentos no mercado, a partir de um dormitório, que é boa escolha para solteiros e jovens casais, por exemplo, sem deixar de oferecer a segurança e praticidade de um condomínio fechado. Mas quando se trata de uma família maior, com crianças por exemplo, os condomínios de casas podem ser mais interessantes, uma vez que a possibilita de áreas de lazer privativas e disposição arquitetônica que poderá se alterar de acordo com as futuras necessidades.

Os dois tipos de construção possuem seus prós e contras que devem ser analisados na hora da escolha, e qual modalidade elenca mais pontos positivos em relação ao que você busca no seu imóvel para que ele seja perfeito. Tudo dependerá também da sua real situação financeira, o quanto está disposto e o quanto poderá investir e quais os seus planos em relação ao imóvel, uma vez que é um bem durável.

Imóvel para investimento
Uma das vantagens de comprar ambos os tipos de imóveis é a possibilidade de retorno financeiro a curto ou a longo prazo, em caso de aluguel ou venda. De fato, os ganhos variam de acordo com as características do imóvel, potencial de valorização da região, metragem, serviços, lazer e etc e é necessário ponderar todos os pontos para garantir bons lucros.

Considerar esses pontos na hora da compra pode tornar mais fácil sua decisão. Seja qual for a opção, deverá ser feita com consciência, respeitando os seus limites e visando aquilo que você mais almeja: morar bem!

Ficou interessado em uma casa em condomínio ou em apartamento? Conheça os nossos projetos de residências, condomínios, loteamentos e mais, temos inúmeros empreendimentos em parceria com as principais construtoras do estado.

Continue a acompanhar nosso blog e fique por dentro das notícias e curiosidades sobre arquitetura e mercado imobiliário.

Fontes: Cinq / Fontana / Construtora Renault Diniz | Adaptação: Larissa Isabelle / Luana Laíz / Gilvani Alves / Evelyn Miralha | Dezembro 2020

Sobre a

IMMOBILE Arquitetura

Ela foi idealizada em 2008 pelo arquiteto e urbanista Expedito Junior, com o objetivo de criar e implementar projetos de alta performance e profundidade técnica, executados para atingir os melhores índices de rentabilidade de acordo com a individualidade de cada empreendimento e negócio. Constituída por uma equipe de profissionais que possuem diferentes visões de mercado, procuramos manter um relacionamento estreito com os investidores, construtores e principalmente possibilitando a maior eficiência e agilidade nos processos de criação, regularização e entrega.




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