quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Bancos suspendem pagamento e diminuem prestação do imóvel

12:01:00

O aumento do desemprego no país, provocado pela crise econômica, é um dos motivos pelo qual a fatia de devedores que atrasam a prestação do imóvel triplicou. Apesar da inadimplência neste tipo de dívida continuar baixa, já que a falta de pagamento das prestações do financiamento pode causar a perda do imóvel, os bancos estão mais dispostos a negociar o pagamento da dívida como forma de se proteger contra calotes.

“A inadimplência tem subido menos do que deveria porque os bancos estão dispostos a negociar com bons pagadores”, diz Gilberto Duarte, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Caixa, Itaú, Santander, Bradesco e Banco do Brasil oferecem hoje formas de suspender o pagamento e diminuir a prestação da casa. O intuito é que o cliente ganhe fôlego financeiro para manter os pagamentos em dia ante um imprevisto, como perda de renda.

A flexibilidade de pagamento é um meio de evitar a retomada do imóvel em um momento de estagnação do mercado imobiliário. “O banco não vive de vender imóvel. Buscar soluções alternativas é melhor tanto para o cliente como para o banco”, diz Fabrizio Ianelli, superintendente executivo de negócios imobiliários do banco. No entanto, é necessário cautela: as soluções oferecidas representam alívio apenas no curto prazo, já que acarretam no pagamento de mais juros no futuro. Ao colocar as finanças em ordem, o mutuário deve buscar amortizar o saldo devedor do financiamento quando possível para pagar menos encargos.

Veja abaixo as soluções oferecidas pelas instituições financeiras para mutuários que passam por dificuldades financeiras e não conseguem pagar a prestação do imóvel:

  • Carência de até um ano para pagamento das prestações

Bancos como Caixa, Bradesco e Santander permitem suspender o pagamento das prestações em até um ano. Nesse caso, o valor que deixa de ser pago é diluído ao longo da dívida, corrigido com juros.

O Santander pode suspender o pagamento de duas parcelas do financiamento pontualmente. Neste caso, o cliente continua a pagar apenas seguros obrigatórios dos financiamentos, além da taxa de manutenção do contrato, que corresponde a cerca de 10% do valor da parcela. Quem paga 1 mil reais por mês passaria a pagar 100 reais durante dois meses.

Para usufruir da carência, é necessário estar com os pagamentos em dia. “Essa solução vale apenas para quem ainda não atrasou as parcelas da dívida, mas sabe que passará por aperto nos próximos meses, seja porque terá mais pagamentos para honrar, ou porque precisa se recolocar no mercado de trabalho”, diz Ianelli, do Santander. O prazo de carência concedido pelo Santander aumenta para até seis meses caso o cliente utilize o dinheiro destinado à prestação para o pagamento de dívidas mais caras no banco, a exemplo do crédito pessoal, cheque especial e o rotativo do cartão. “Se o valor ainda não for suficiente para pagar toda a dívida, dividimos o valor residual em até 72 meses, já com juros embutidos”, diz o executivo.

Na Caixa, no ato da renegociação é exigido, no mínimo, entrada equivalente ao valor da primeira prestação recalculada com os efeitos da alteração contratual. Somente assim as demais prestações são incorporadas ao saldo devedor, para pagamento no prazo remanescente do contrato.

João Carlos Gomes da Silva, diretor da área de empréstimos e financiamentos do Bradesco, aponta que a carência de até um ano é oferecida em casos especiais. “Nosso foco são mutuários que perderam a única renda”.
  • Alongamento do prazo do financiamento

Bradesco, Banco do Brasil e Itaú também permitem aumentar o tempo do financiamento como forma de diminuir o peso das parcelas no orçamento mensal.

No Santander, não há limite para alongamento do prazo, desde que não ultrapasse o máximo oferecido pelo banco, de 35 anos. Em empréstimos pelo limite máximo contratados recentemente, portanto, essa flexibilidade diminui.

A solução pode ser útil para mutuários que se realocam no mercado de trabalho com uma renda menor, diz Gomes da Silva, do Bradesco. “O objetivo de aumentar o prazo do financiamento é fazer com que a parcela caiba no orçamento do cliente”. O alongamento do prazo da dívida só é possível caso a idade do tomador do crédito permita, já que, pelas regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) o prazo máximo do financiamento e a idade do tomador mais velho não pode ser maior do que 80.
  • Incorporação de parcelas vencidas no saldo devedor
O Itaú, Banco do Brasil e o Bradesco permitem diluir prestações vencidas ao longo do prazo restante da dívida. Nesse caso, as parcelas também são corrigidas por juros e taxas.

A solução geralmente vale para duas ou três parcelas em atraso. “O cliente que não está conseguindo pagar e precisa de fôlego, como os que voltaram a trabalhar há pouco tempo, podem jogar três parcelas para o final do contrato”, diz Gomes da Silva, do Bradesco. FGTS também pode ser usado para pagar parcelas vencidas – Uma solução que independe das estratégias dos bancos é a utilização de recursos aplicados no Fundo Garantidor de Crédito (FGTS) para pagar até 80% do valor das prestações.

Mas há algumas restrições para usar o dinheiro, explica Ianelli, do Santander. “O cliente não pode ter mais de três parcelas em atraso e só pode abater até 12 parcelas consecutivas”. A proporção do valor que será abatido da parcela vai depender dos recursos acumulados no fundo. Essa opção deve ser usada em último caso, já que é melhor usar o dinheiro aplicado no fundo para amortizar o saldo devedor.

Ainda que não tenha efeito imediato sobre as parcelas da dívida, amortizando o valor do saldo devedor o mutuário diminui o pagamento de juros no futuro. Isso não acontece ao usar recursos do fundo para abater o valor de prestações.

Matéria publicada originalmente no site Adamy Empreendimentos

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Cidade de Madri transforma o ambiente urbano, substituindo avenidas por parques

04:26:00

O projeto foi idealizado pela prefeitura de Madri em 2007. O que antes era apenas uma via exclusiva para o tráfego de veículos poluentes, hoje é um espaço que agrega vida e valor à cidade.

Com seus mais de três milhões de habitantes, o município enfrenta muitos problemas comuns às metrópoles, como o trânsito e a falta de qualidade de área verde disponível aos moradores. Para resolver parcialmente este problema, a prefeitura local tem investido em soluções voltadas às pessoas e não apenas aos carros. Uma das grandes apostas foi a substituição da avenida na marginal do rio Manzanares por um parque linear.

Veja mais imagens do parque logo abaixo:

Madri transforma o ambiente urbano

O projeto foi finalizado em 2011 e assinado pelos arquitetos Gines Garrido e Adriaan Geuze, o parque linear foi apelidado de Madrid Río. O espaço concentra diversas opções de lazer e soluções que facilitam o deslocamento dos habitantes. Por ter 42 quilômetros de extensão, ele conecta vários bairros. Suas ciclovias e pistas de caminhada, cercadas por árvores e pelo próprio rio, permitem que as pessoas passeiem ou se desloquem entre os bairros com segurança. O parque ainda possui dezenas de estações de metrô e trem, que o conectam aos bairros mais periféricos.


O que antes transportara milhares de carros e possuía estruturas para mais de mil vagas de estacionamento subterrâneo, se transformou em uma enorme área de convivência, lazer e de resgate da biodiversidade local e da qualidade de vida dos moradores da região.


Referência west8.nl


sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Saiba quais são as expectativas para o mercado imobiliário em 2017

13:01:00
Todos concordam que 2016 está sendo um ano difícil e agora, com a aproximação do fim do ano, já existe uma expectativa sobre como estarão a economia e o mercado imobiliário em 2017.

O economista Eduardo Zylberstajn, coordenador do índice FipeZAP, avalia que, assim como há pouco tempo tudo jogava a favor do mercado imobiliário, agora estamos na situação oposta: renda e emprego em queda, crédito escasso e caro, confiança em baixa. “Isso significa menos demanda e mais pressa dos vendedores, ou seja, queda de preços”, analisa.

Para o ano que vem, Zylberstajn acredita que, com a redução dos juros e a retomada da confiança, o mercado pode começar a reagir. “Mas o emprego ainda deve demorar para voltar a ter uma dinâmica positiva, então o mercado ainda deve sofrer por algum tempo”, afirma. Para a venda e locação de imóveis comerciais, Zylberstajn explica que, nesse mercado, a atividade econômica impacta demais. “A perspectiva é de uma melhora no ano que vem, então pode ser que tenhamos uma retomada mais forte. Alguns indicadores já mostram isso”, prevê.

Na opinião de Zylberstajn, quem deseja comprar um imóvel deve pesquisar bastante e avaliar muito bem a necessidade real da família. “Os juros estão altos no Brasil, então deixar de ganhar com uma aplicação financeira para colocar dinheiro em um imóvel deve ser muito bem avaliado.”


O economista Eduardo Reis Araújo, presidente do Conselho Regional de Economia do Espírito Santo (Corecon-ES), concorda que o mercado imobiliário vem sofrendo muito com queda na procura por imóveis em diversas localidades no país. “A queda do índice de velocidade de vendas nas capitais é o que permite fazer essa constatação. A reação do setor empresarial tem sido de maior cautela, com a postergação de novos investimentos e lançamentos, o que, de certa forma, tem contribuído para amenizar o impacto no crescimento dos estoques”, avalia.

Para Araújo, o tempo de duração da crise se estendeu muito além do esperado e a necessidade de capital de giro também vem forçando as liquidações e pressionando uma queda no preço médio de venda dos imóveis. É justamente esse ajuste de preços dos imóveis que pode vir a se tornar o elemento essencial para desencadear um novo ciclo de crescimento da produção imobiliária nos próximos meses.

Araújo explica que a política monetária também causa impacto no setor, afetando não apenas o custo dos financiamentos imobiliários, mas também criando um desestímulo para investimento em imóveis. “Com a taxa de juros básica mais elevada, a rentabilidade de produtos financeiros de renda fixa passou a ser um ativo mais desejado do que unidades habitacionais com os preços até então praticados. E, naturalmente, a instabilidade política e a crise fiscal, acompanhada da redução de investimentos no setor público e privado, tiveram uma contribuição importante no cenário atual”, analisa.


Segundo o economista, não dá para esperar muito ainda para o próximo ano. “Isso porque a reação do mercado imobiliário depende dessa combinação de preços mais atraentes de imóveis e, ao mesmo tempo, da melhoria das condições de emprego e renda da população. Em 2017, provavelmente teremos um ambiente de inflação e juros mais reduzidos, o que é favorável para o setor imobiliário. Porém, em matéria de redução de melhoria do mercado de trabalho, não há muito que se esperar. A certeza que temos é que a economia parou de decrescer, chegamos ao fundo do poço. A retomada agora dependerá muito de pacote de investimentos em infraestrutura, parcerias público-privadas e da resposta dos investimentos privados”, afirma.

Para quem pretende comprar um imóvel, o economista avalia que o ambiente ainda é muito propício para o comprador poder barganhar descontos. “Então, a minha dica é para se comparar muito bem o preço do imóvel com o valor de locação. Se a rentabilidade do imóvel está muito menor que a rentabilidade de produtos financeiros de renda fixa, por exemplo, então é sinal que você ainda tem uma boa ‘gordura’ para barganhar descontos do vendedor. O importante é ressaltar que o comprador pode contar sempre com a orientação financeira de um economista para ajudar nessa importante decisão de investimento”, finaliza.

Matéria publicada originalmente no site zappro.com

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Aprenda sobre estruturas de um modo divertido com o Kit Estrutural Mola 2

09:07:00
 fff



O Kit Estrutural Mola é um modelo físico interativo que simula o comportamento de estruturas arquitetônicas. O modelo é composto por um conjunto de peças moduladas que se conectam através de magnetismo, permitindo inúmeras combinações.

Como o Mola é possível montar diferentes sistemas estruturais, visualizar os movimentos e deformações de seu elementos e ter uma experiência sensorial do comportamento das estruturas utilizando as próprias mãos. O modelo não exige conhecimento técnico prévio para que você possa iniciar o estudo das estruturas. Seu uso é muito simples e intuitivo e se aplica tanto a profissionais e estudantes da área, como a qualquer pessoa interessada pelo assunto.

Em 2014 divulgamos a campanha de financiamento coletivo do Kit Estrutural Mola 1, que acabou se tornando a maior campanha desse tipo de financiamento já realizada no Brasil. Agora, o idealizador do kit, Márcio Sequeira, está lançando a segunda versão do kit estrutural, novamente através de financiamento coletivo.


O Kit Estrutural Mola 2 ampliará ainda mais as possibilidades de experimentação em estruturas. O Mola 2 é composto por 144 peças, uma base metálica e um livro/manual bilíngue (português e inglês) que vai guiá-lo por uma sequência de exemplos de diferentes sistemas estruturais. O objetivo da segunda versão do kit era criar um modelo que ampliasse as possibilidades de criatividade e inovação dos usuários, assim os idealizadores adicionaram um conjunto de peças que vai além das possibilidades do Mola 1.

O resultado é semelhante ao primeiro kit, ou seja, um modelo interativo que simula o comportamento de estruturas reais. Trata-se de uma maneira experimental de estudar e ensinar o comportamento das estruturas arquitetônicas. Com o Mola, pode-se montar, visualizar e sentir as estruturas com as próprias mãos.


Matéria publicada originalmente no site archdaily.com


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Google Timelapse mostra a rápida expansão das cidades nos últimos 32 anos

05:41:00


Google Earth atualizou a ferramenta chamada Timelapse, permitindo aos visitantes uma visualização rápida da expansão territorial das áreas urbanas em todo o mundo entre 1984 e 2016.

Originalmente lançado em 2013 pela revista TIME e pela NASA, a atualização acrescentou mais quatro anos de informações, além de petabytes de dados de imagem de dois novos satélites (Landsat 8 e Sentinel-2) que mostram imagens mais nítidas das novas tramas urbanas e os recentes efeitos das mudanças climáticas em nossas cidades.

A plataforma sugere uma série de lugares onde pode-se visualizar algumas das maiores mudanças nos últimos 32 anos, incluindo cidades como Las Vegas e Dubai e zonas naturais, como as geleiras antárticas e o desaparecimento do Mar de Aral.

Fizemos também o teste com a nossa querida cidade de Aracaju esse foi o resultado:




DUBAI


IRRIGAÇÃO NA ARÁBIA SAUDITA


DALIAN, CHINA


Você pode criar sua própria timelapse usando a ferramenta Google aqui.

Matéria publicada originalmente no site 
archdaily.com

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Quais são as principais diferenças na busca de imóveis entre os jovens e mais velhos?

12:59:00
A procura pelo imóvel é quase sempre longa, cercada por corretores, visitas, exigências mil, orçamento contado e, ao final, a certeza de que o local encontrado é perfeito.


As tais exigências variam muito de perfil, idade e é claro, do montante a ser investido em uma residência, algo mandatório. “Quando os pais custeiam o primeiro imóvel, tendem a trazer os seus valores, algumas vezes mais antiquados. Enquanto o filho se apaixona por um apartamento todo no concreto com ambientes integrados em um prédio de 50 anos, o pai acredita que seja melhor comprar um lançamento. Pensa na valorização, no imóvel como bem e leva em consideração seus próprios conceitos para definir valor. No caso dos mais velhos, quando os filhos já saíram de casa, tendem a considerar o dinheiro ‘empatado’ no imóvel e o quanto poderiam aproveitar da vida com esse valor nas mãos”, explica a corretora de imóveis do Casas Bacanas, Monique Tonini. Mas afinal, o que querem os proprietários?

Faixas etárias e tamanho do imóvel

A procura pelo primeiro imóvel geralmente vem aos 30 anos. O futuro proprietário quer algo com metragem “mais enxuta”, com dois quartos, e soluções de lazer como academia e outros serviços gerais de conveniência, como lavanderia. Já o público de 40 anos procura atender às necessidades da família. Essas pessoas buscam apartamentos maiores, de até quatro quartos, infraestrutura de lazer que atenda toda a prole, como parquinho, piscina, e academias. Acima dos 50 anos, a tendência dos compradores é por locais com menos dormitórios, dois ou três, no máximo, mas que sejam amplos e que tenham uma boa área social de convivência – até com outros moradores. Locais com jardins, coretos e pracinhas são os favoritos desse “target”.
Localização


Quando o jovem tem o poder de decisão nas mãos, busca geralmente não só bairros mais badalados, mas melhor localizados, com mais fácil acesso a cidade, com opções diversas de transporte público, como metrô, trem e ônibus. A corretora de imóveis do Casas Bacanas, Monique Tonini, conta que, no entanto, a situação muda quando os pais são os responsáveis pela compra do apartamento ou casa para os filhos. “Eles tendem a impor os seus valores e o resultado final é sempre um impasse”, diz. O CEO da construtora Rossi, Rodrigo Martins, acrescenta ainda que jovens optam por regiões da moda, com vida noturna agitada. “Também já vemos uma movimentação para uso de bicicletas”, completa.

Já na faixa dos 40 anos, a preferência é por locais próximos a boas escolas e cursos, de línguas, danças, esportes em geral, além de região com estabelecimentos que atendam à família. A partir dos 50 anos, moradores tendem a escolher os bairros próximos aos de seus filhos ou familiares.
Vagas

Vagas de garagem não são mais itens de primeira necessidade aos mais jovens, o que é totalmente diferente na faixa dos 40 anos em diante, que exigem, na média, mais de dois locais para estacionamento dos carros no condomínio. As vagas podem ser cobertas ou descobertas, o importante é que estejam lá.

Espaços integrados

Os mais novos gostam de ambientes integrados ou algo que impressione os amigos. “Espaço para amigos em casa é algo fundamental”, diz Monique. Quanto mais velhos os proprietários, mais o conforto e a comodidade pesam na escolha de um imóvel. A partir dos 50 anos, ou até um pouco mais, há um caminho inverso: diminuir o espaço quando os filhos saem de casa sem abrir mão de algum cantinho para os possíveis netos que virão.

Decoração e arquitetura

Especialmente no mercado de luxo, apesar de algumas diferenças, os jovens e os mais velhos têm vários valores em comum. “Entre eles o apreço por uma arquitetura bacana, seja um prédio mais contemporâneo, seja um vintage charmoso. nossos clientes dão pouca importância ao excessivo numero de itens da área de lazer. Gostam de vista, de quintal…”, resume Monique.


Matéria publicada originalmente no site zapimoveis.com

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Mercado imobiliário mostra sinais de melhora

11:30:00
De acordo com dados do Raio-X FipeZAP do 3º trimestre de 2016 mostra que o movimento de melhora de expectativas com o setor imobiliário iniciado no começo do ano ainda continua. Porém o cenário ainda é desafiador. O percentual de desconto médio interrompeu a trajetória de alta observada desde a metade de 2015 e caiu no terceiro trimestre de 2016, marcando agora 9,0% para compras realizadas nos últimos 12 meses.


Além disso, entre o segundo e o terceiro trimestre de 2016, o percentual de compradores em potencial (entrevistados com pretensão de adquirir imóveis nos próximos três meses) que classificava os preços atuais como “altos ou muito altos” ficou praticamente estável. Mas entre aqueles que compraram imóveis recentemente, menos da metade (48%) entendiam que os preços estavam “altos ou muito altos”, o que representa uma queda de cinco pontos percentuais frente aos 53% registrados no segundo trimestre de 2016. Segundo Raone Costa, economista do FipeZAP “o resultado desse trimestre mostra um quadro mais positivo para o futuro do mercado imobiliário.

Outro ponto que vale ser ressaltado é que as expectativas sobre a evolução de preços dos imóveis estão menos negativas: trata-se do 4º trimestre consecutivo com redução no percentual dos respondentes que projetam queda de preços nos 12 meses seguintes.


No 3º trimestre, 40% dos entrevistados que declararam ter intenção de comprar um imóvel nos próximos 3 meses esperam queda de preços nos próximos 12 meses. É a primeira vez que essa razão fica abaixo de 50% desde o quarto trimestre de 2014. A despeito da melhora nesses indicadores, o porcentual de investidores no mercado recuou no 3º trimestre, atingindo agora 38% dos compradores – o menor percentual já registrado em toda série histórica.

Matéria publicada originalmente no site zapimoveis.com


terça-feira, 29 de novembro de 2016

SketchUp Viewer permite manipular modelos 3D sob a forma de hologramas no mundo real

08:52:00

A Trimble, desenvolvedora do software SketchUp, acaba de lançar o SketchUp Viewer, um aplicativo que mescla realidade virtual e mundo real adaptado ao Microsoft HoloLens, que permitirá aos usuários manipular e experienciar seus modelos 3D de um modo completamente novo. Usando os recursos holográficos do HoloLens, o SketchUp Viewer cria versões em holograma de modelos que podem ser colocados em ambientes reais, permitindo que os arquitetos estudem e analisem como seus edifícios reagirão aos seus contextos ainda na fase de projeto.


Na apresentação oficial do produto, o arquiteto Greg Lynn mostrou a tecnologia através de um modelo da fábrica Packard em Detroit, criada como parte da mostra “Architectural Imagination" do Pavilhão dos EUA na Bienal de Veneza de 2016.

"A tecnologia traz o projeto à vida e abre espaço entre o digital e o físico. Com esta tecnologia, posso tomar decisões no momento inicial, encurtar o ciclo de projeto e melhorar a comunicação com meus clientes", disse Lynn.


O SketchUp Viewer usa a nova extensão AR | VR para SketchUp Desktop e é compatível com modelos do 3D Warehouse da Trimble e da plataforma de colaboração baseada em nuvem Trimble Connect. Uma vez em modo Tabletop, os modelos podem ser dimensionados conforme necessário para caber em um espaço disponível ou para ampliar detalhes específicos. Os modelos podem ser movidos, girados, afixados e relocados no espaço físico, possibilitando aos usuários andar em torno do projeto e examiná-lo a partir de qualquer ponto de vista.

"O que diferencia o SketchUp Viewer de qualquer outro produto no mercado é a capacidade de os usuários fazerem a transição para uma experiência imersiva de modo tão natural", explicou a Trimble. "A realidade mista oferece oportunidades únicas de superposição de modelos físicos em ambientes reais; e como um dispositivo completamente móvel, o HoloLens permite que os usuários se movam livremente pelo ambiente digital."

Além de suas ferramentas de visualização, o SketchUp Viewer também contará com uma tecnologia de colaboração remota, permitindo que arquitetos e consultores de todo o mundo trabalhem juntos no mesmo modelo e em tempo real. 


"Empoderar as pessoas para que possam projetar e se comunicar melhor em 3D é parte do nosso DNA. Através da plataforma SketchUp, estamos comprometidos com a ideia de que a tecnologia não pode atrapalhar o caminho de nossos usuários", disse Chris Keating, gerente geral do SketchUp. "Com o SketchUp Viewer, estamos dando outro grande passo para oferecer a melhor experiência para os arquitetos e seus clientes - a experiência de habitar seu próprio trabalho".

Mais informações sobre o SketchUp Viewer, aqui. A extensão AR | VR para o SketchUp Desktop pode ser encontrada no Extension Warehouse do SketchUp. O dispositivo do Microsoft HoloLens está disponíveis para compra na Microsoft Store, aqui.

Matéria publicada originalmente no site archdaily.com

Faça um passeio virtual pelo Dominion Office Building de Zaha Hadid

08:30:00

Clique nas imagens abaixo para 🔎:





Maksim Sodomovsky, da iVision3D, criou um passeio virtual pelo Dominion Office Building, projetado por Zaha Hadid Architects em Moscou, Rússia. Concluído em 2015, o projeto está entre as novos empreendimentos construídos para dar suporte ao crescimento das indústrias criativa e de tecnologia na região sudoeste da capital. O projeto é organizado em uma série de planos empilhados conectados por elementos curvos em torno de um átrio central que permite a entrada de luz natural no interior da edificação. 

Faça o passeio virtual, a seguir:


Dominion Tower by ZAHA HADID

Matéria publicada originalmente no site archdaily.com

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Artista desenha obras icônicas de arquitetura usando um "Traço Mágico"

08:21:00
Muitas pessoas já utilizaram em algum momento um "Traço Mágico" esse brinquedo da infância que criara inúmeras casas de aparência precária e figuras de pauta questionáveis ​​desde sua invenção na França, em 1960. No entanto, para alguns fanáticos, o desafio é simplesmente parte da diversão. 

Nas mãos da artista Jane Labowitch, o que poderia ser mais uma rabisco passa a ser uma obra de arte. Com uma meticulosa abordagem ao detalhe, ela pode criar requintadas obras usando, essencialmente, dois mostradores de plástico branco. Para cima, para baixo, lado a lado. Isso é tudo o que é preciso para copiar obras de arte tão complicadas como Seurat's A Sunday no Grande Jatte.

Desde os quatro anos ela aperfeiçoa suas habilidades de desenho nesta ferramenta, recriando obras de arte, arquitetura e cultura pop. Gastando até 20 horas nas peças mais complicadas, Labowitch cria seus desenhos em vários tamanhos.

Veja a seguir algumas dessas obras;



Veja outros trabalhos da artista, aqui.

Matéria publicada originalmente no site archdaily.com.

Sobre a

IMMOBILEArquitetura

Ela foi idealizada em 2008 pelo arquiteto e urbanista Expedito Junior, com o objetivo de criar e implementar projetos de alta performance e profundidade técnica, executados para atingir os melhores índices de rentabilidade de acordo com a individualidade de cada empreendimento e negócio. Constituída por uma equipe de profissionais que possuem diferentes visões de mercado, procuramos manter um relacionamento estreito com os investidores, construtores e principalmente possibilitando a maior eficiência e agilidade nos processos de criação, regularização e entrega.




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